quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O mundo dos Otimistas e os Pessimistas de profissão


quem lembra daquele desenho da Hiena da Hanna Barbera ela se chamava Hardy e sua frase chave era:
"`OH ceus.... `OH vida...ÒH azar"
Ou este:
"Isto não vai dar certo"
Ele tinha um companheiro o leão Lippy, que bolava os planos mirabolantes para os dois darem bem mas a Hiena Hardy só via o lado negativo dos mesmos.
Vemos que sempre tem uma pessoa no nosso lado com este perfil,mas acredito que existe isso justamente por serem opostos.Um precisa avançar o outro o freio e a forma de ver os fatos por outro angulo.

texto abaixo descrito de:
Jerônimo Mendes


Durante um bom tempo eu fui representante de vendas de uma grande companhia, mas na prática eu era vendedor mesmo, com um título mais simpático, carteira assinada e tudo o que tinha direito em termos de benefícios. Segundo as diretrizes da empresa, era para enobrecer o cargo e gerar mais respeito perante os clientes, como se a profissão de vendedor não fosse nobre o bastante para merecer o respeito que o mundo dos negócios atribui a ela.
Eu mantinha uma rotina mensal de visitas com uma meta arrojada de vendas a cumprir, burocracia até à raiz dos cabelos e aquele ar superior de quem conseguiu um bom emprego numa grande corporação, capaz de prover todas as soluções para uma vida melhor, livre das dificuldades. Mas toda profissão tem os seus inconfundíveis percalços.

Um dos meus clientes era uma pessoa extremamente pessimista e eu ficava remoendo diariamente se deveria visitá-lo, e quanto tempo deveria gastar com ele para me livrar o mais rápido possível de ser contaminado pela suas dores e reclamações. O fato é que eu não tinha como escapar do sujeito assim tão fácil e vez por outra eu deveria enfrentar a realidade, porém todas as circunstâncias geram aprendizado de alguma forma, desde que se saiba obter a leitura correta e extrair algo proveitoso da situação.

Numa dessas visitas eu sabia de antemão que o filho dele havia passado no vestibular e imaginei encontrá-lo radiante, talvez também tivesse raspado a cabeça para prestigiar o menino. Ou melhor, tivesse mandado matar para o banquete um daqueles carneiros que rondava o estabelecimento e ficava o tempo todo comendo a grama somente para ele não ter que desembolsar uns míseros trocados para o jardineiro. E lá estava eu, senhor de si, tentando parecer animado, cheio de amor e otimismo: – E então, seu Paulo?! Quanto tempo! Como tem passado?

Como todo bom cliente, ele não deixava por menos e o sermão estava na ponta da língua:
– Quanto tempo, digo eu! Esqueceram que eu existo?
– Pensei que a empresa havia falido.
– Não me venha com conversa.
– Você sabe que eu ando muito mal das pernas, sem dinheiro. Olhe só pra mim!

Fiel escudeiro de uma grande corporação, rapaz bem treinado, eu insisti no assunto: – Que nada, seu Paulo, anime-se! O tempo melhorou. As vendas estão reagindo, a chuva deu uma trégua. A colheita agora sai, é questão de dias!

Porém, o homem não deu o braço a torcer: – Isso é fogo de palha, não vai dar em nada. Daqui a pouco chove. Vai por mim! Minha coluna está doendo um bocado, e quando isso ocorre, pode escrever, é chuva na certa.

Eu continuei na minha, impassível, com aquela vontade incontrolável de mandá-lo para algum lugar bem longe dali, mas agüentei firme. Pensei no meu emprego, na minha adorável esposa, nos meus lindos filhos e, na mesma linha, perguntei serenamente: – E o filho, seu Paulo, está contente? Soube que ele passou no vestibular. Meus parabéns!

– Parabéns? Que parabéns, que nada! Isso é pura vadiagem. Veja só o que ele me arranjou, mais quatro anos de despesas e dor de cabeça. Isso se o bicho conseguir sair em quatro anos.

Juro por tudo o que é mais sagrado que daquele momento em diante eu iniciei uma contagem regressiva e não via a hora de dizer adeus. Depois de sair fiquei imaginando o tempo todo, enquanto fazia o caminho de casa, o que leva uma pessoa a optar pelo sofrimento.

A última notícia que eu tive dele é que estava acamado e deprimido. O negócio havia falido há muito tempo. Infelizmente, nem o tempo foi capaz de ensinar a ele a importância do otimismo e de uma atitude mental positiva na vida das pessoas. Como dizia Napoleon Hill, autor de "A Lei do Triunfo”, “a mão dura do destino tocou-lhe os ombros”.

Existem pessoas que não conseguem dar um passo sem associar desgraça ao mais simples acontecimento. São aquelas que passam pela vida, mas não vivem a vida na sua plenitude. Algumas se mordem de raiva ao menor sinal de sucesso alheio e outras se deliciam diante da tristeza dos outros. Ambas conseguem bater nas suas costas e sorrir com cara de compaixão disfarçada de hipocrisia.

Provavelmente, essa história está ligeiramente associada a uma série de acontecimentos, sentimentos, mágoas e rejeições carregadas desde a mais tenra infância. Um caso como esse é algo tão pessoal e delicado que somente o próprio ser humano, por sua livre e espontânea vontade, pode mudar.

Conviver com pessoas negativas ou pessimistas – no fundo são a mesma coisa – é um exercício de paciência e ao mesmo tempo de solidariedade. O cuidado que se deve ter é o de não se deixar contaminar pelos problemas e aborrecimentos alheios. Olhe ao seu redor e avalie rapidamente o número de pessoas que vivem relativamente bem, tem carro à disposição, um excelente emprego, uma boa casa, boa saúde, uma bela família e ainda assim insistem no discurso da falta de sorte na vida. Algumas não conseguem manter cinco minutos de conversa sem deixar de se lamentar. – Como vai o amigo? Vamos levando... Já escutou algo assim?

Em casa, lembrei-me da antiga parábola dos cachorros, contada por um velho índio e aqui, remodelada com a melhor das intenções. Dentro de cada um de nós existem dois cachorros que discutem o tempo todo e exercem importante papel em nossa vida: um deles se chama raiva e o outro, compaixão. Intrigado, alguém se aproximou do índio e perguntou: – amigo índio, qual dos dois é o mais forte e capaz de ganhar a briga? É muito simples: aquele que eu alimento.

Do episódio em questão eu quero compartilhar algumas lições com o amigo leitor:
1) Tudo na vida é aprendizado e as pessoas que cruzam o nosso caminho, independentemente do seu estado de espírito, sempre tem algo a nos ensinar. No caso dos pessimistas, basta fazer exatamente o contrário;
2) O mundo é dos otimistas. Os pessimistas morrerão falando mal de tudo e de todos, portanto, afaste-se deles, demita-os da sua vida, se necessário, e nunca permita que o negativismo alheio afete o seu modo de pensar e agir;
3) Dificilmente haverá espaço no mundo para pessoas que lamentam o tempo todo em vez de contribuir para torná-lo mais humano, mais alegre e menos violento;
4) Torça pelos seus amigos, conhecidos ou desconhecidos, e reze pelos inimigos. Desejar-lhes o bem é uma ótima chance mudar o estado de espírito e de afastar definitivamente o pessimismo da sua vida.
Por fim, respire o otimismo em todas as suas realizações. Nenhuma situação de desconforto é duradoura e todas as adversidades são válidas para o crescimento pessoal e profissional. Como diz o ditado: para o otimista, é difícil, mas é possível; o pessimista possui o dom de inverter o raciocínio: é possível, mas é difícil. Pense nisso e seja feliz!
conteúdo do site:
www.rh.com.br
dia 25/02/08

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Berçário - Maternal


Está chegando a hora de seu filho ir para a creche/escola. Neste momento surgem tantas dúvidas, que é difícil saber por onde começar.

Qual é a melhor escola? E se ela chorar? Vamos chorar também? Quem vai levar, quem vai buscar? Lá haverá muitas crianças, será que ela vai saber se defender? Ela será bem tratada? Cuidarão bem dela? Será que ela vai se adaptar?

Sem sombra de dúvidas, esta é uma nova situação que irá mexer com a família inteira. Preparem-se, pois, afinal de contas, vocês estarão vivendo um momento de transição. Sua criança estará passando por mudanças biológicas, psicológicas e sociais no seu desenvolvimento. Não se assustem : é natural e faz parte da vida.

Algumas famílias, diante de novas situações, procuram sempre buscar soluções; outras, só conseguem enxergar os problemas.

Não seria este um bom momento para você pensar sobre qual é o padrão de sua família? Ele poderá facilitar ou dificultar, de alguma maneira, a adaptação da sua criança à creche/escola.

Agora, pense conosco: se um dia a criança saiu da "barriga da mãe", para a "barriga da família", por que, então, não dizer que agora, indo para a creche/escola, ela não estará, saindo da "barriga da família", para a "barriga da sociedade"?

Na creche/escola, ela conviverá com outras crianças da mesma faixa etária, que poderão apresentar comportamentos e atitudes, muitas vezes, diferentes das suas. Nesse novo ambiente, ela encontrará normas e regras, nem sempre as mesmas com as quais está habituada; terá novos aprendizados, inclusive o de compartilhar com outros o mesmo brinquedo. É uma nova etapa do seu processo de individualização, o qual a acompanhará ao longo da vida, através da ampliação constante de novas experiências.

Portanto, papai e mamãe: procurem reconhecer com naturalidade esse momento de transição, o qual é parte de um processo que envolve o desenvolvimento, não só da criança, mas da família como um todo. Busquem obter o máximo de informações e recursos que os ajudem a atravessá-lo com equilíbrio. Visitem as creche/escolas com as quais vocês se identificam, conversem com orientadores, coordenadores, professores e com outros pais. Isso trará maior segurança para sua escolha.

Mas temos ainda, uma dica de um recurso valioso, ao qual vocês poderão recorrer. Sabe onde encontrá-lo? Lá mesmo, nas suas próprias famílias de origem. Afinal de contas, não é a primeira vez que elas vivem a experiência de ter uma criança indo para a creche/escola. Indague, como elas viveram essa situação? Quem foi que mais se preocupou? Quem mais ajudou ou atrapalhou? Como fizeram? O que deixaram de fazer? O que poderiam ter feito diferente?

Desta maneira, vocês irão ter a oportunidade de abrir um "baú de recursos familiares", entrar em contato com o passado das suas famílias e rever situações do "arco da velha". Mas, não fiquem aí parados. Avaliem e atualizem, aproveitando para dar um novo significado para a situação dos dias atuais.

Ana Silvia Teixeira
Terapeuta de Família
Vera Risi
Psicologa e Terapeuta de Família
sitewww.guiadobebe.uol.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

DESPERDÍCIO -Comida Jogada Fora


O país de 46 milhões de famintos perde cerca de 35% de todas as frutas e verduras que produz. Estudos da Embrapa mostram que o custo do alimento não aproveitado é alto

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Maria Clarice Dias
Da equipe do Correio Brasiliense 31/03/2003

Mal o dia amanhece na ceasa, em Brasília, e o desperdício pode ser visto em todas as partes. Da safra de 15,7 milhões de toneladas de hortaliças em 2002, 5,5 foram para o lixo

Os índices de desperdício de alimentos no Brasil, um país com 46 milhões de famintos, batem recordes mundiais. Estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Centro de Agroindústria de Alimentos mostra que o brasileiro joga fora mais do que aquilo que come. Em hortaliças, por exemplo, o total anual de desperdício é de 37 quilos por habitante. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, nas dez maiores capitais do Brasil, o cidadão consome 35 quilos de alimentos ao ano — dois a menos do que o total que joga no lixo. ‘‘Num país com tantos famintos como é o Brasil, esse desperdício é inadmissível’’, avalia o químico industrial e responsável pela pesquisa, Antônio Gomes.

O trabalho de Gomes e outros estudos brasileiros evidenciam que a média de desperdício de alimentos no Brasil está entre 30% e 40%. Nos Estados Unidos, esse índice não chega a 10%. Não há estudos conclusivos que determinem o desperdício nas casas e nos restaurantes, mas estima-se que a perda no setor de refeições coletivas chegue a 15% e, nas nossas cozinhas, a 20%.

A perda de alimentos, na maioria das vezes, ocorre por despreparo das pessoas do ramo da agroindústria e dos consumidores. Na hora da colheita, a uva é arremessada lá do alto da parreira para o chão, sem amortecedor. No transporte, as bananas vêm amassadas pelas caixas de madeira empilhadas umas sobre as outras. Nos centros atacadistas, os abacaxis que vieram amontoados nos caminhões continuam amassados no balcões de venda.

Nos mercados, os consumidores (em especial as mulheres) amassam a cebola com as mãos, enfiam a unha no chuchu e quebram a ponta da vagem para checar se o produto tem qualidade. Se o alimento não agradar à exigente compradora, o destino da cebola, do chuchu ou da vagem é o lixo. Ninguém vai querer uma comida amassada ou quebrada.

Do total de desperdício no país, 10% ocorrem durante a colheita; 50% no manuseio e transporte dos alimentos; 30% nas centrais de abastecimento; e os últimos 10% ficam diluídos entre supermercados e consumidores.

Há cálculos que escancaram o prejuízo social do descuido com a comida. Em 2002, por exemplo, a safra de hortaliças foi de 15,743 milhões de toneladas, que valem em torno de US$ 2.564 milhões. Considerando a perda média de 35% desses alimentos, estima-se que mais de 5,5 milhões de toneladas deixaram de alimentar os brasileiros. Para a sociedade, um prejuízo de US$ 887 milhões. Esse desperdício ajudaria a matar a fome de 53 milhões de pessoas no Brasil.

Perda maior
Quem paga a conta do desperdício é o consumidor. Um grupo de pesquisadores da Embrapa Hortaliças, com sede no Distrito Federal, dedicou-se a colocar na ponta do lápis o valor do desperdício que é repassado do vendedor de varejo ao comprador final. Os técnicos fizeram visitas semanais a quatro supermercados da mesma rede varejista do DF durante o ano de 1999 e estudaram o repasse no preço final do tomate, do pimentão e da cenoura. Os resultados estão prontos para serem publicados na revista Ciência e Tecnologia, da Embrapa.

O caso do tomate é o mais grave. A perda média do fruto, conforme o levantamento da Embrapa Hortaliças, foi de 30%. Durante o ano da pesquisa, o fornecedor recebeu o tomate por R$ 0,94 o quilo; os consumidores pagaram R$ 1,50. O vendedor, além do lucro e dos custos de produção, cobrou cerca de R$ 0,28 por quilo ao comprador para compensar a perda com os alimentos que ele não conseguiu vender porque ficaram estragados desde a colheita. As médias de repasse para o pimentão e cenoura foram de 40% e 21%, respectivamente.
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Em 2003 já tinhamos estes números já elevadíssimos, será que hoje alguma coisa já melhorou?Um país que tem tanta gente passando fome, desempregado, é triste este despedício de comida.
Vamos ser mais conscientes e respeitar a natureza e o Ser Humano, que talvez esteja do seu lado passando fome e voce não consegue ver.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Mercado de Trabalho


Está procurando emprego?
Se está como muitas pessoas no país, deve pensar que não é so conseguir um emprego para poder pagar suas contas.Além da necessidade de sobrevivência que é crucial, temos que avaliar tambem oque temos a oferecer para o mercado de trabalho, qual nosso diferencial de outros candidados, porque a empresa tem de escolher voce e não outro candidato?Em que voce se distaca? em que voce é melhor?
Puxa se voce até hoje nãos sabe identificar onde tem o seu melhor, como acha que os outros poderão classificar suas qualidades?
Ou melhor já sabe qual seus defeitos?
Faça uma autobiografia da sua pessoa, como sou na empresa, como me relaciono com outras pessoas no trabalho.Tenho um perfil profissional.
Quando for em uma entrevista, pense em se vestir discreto, pouca maquiagem, postura de quem tem a oferecer a empresa.
Não chegue como um derrotado na entrevista.Mas tambem não vá com ar arrogante e se achando o super super profissional.Seja humilde com moderação.
Tudo na vida tem de ter bom senso.Vá em busca de um trabalho, mas seja coerente nas atitudes e posturas no trabalho.Cuidado com a fofoca, o leva e tras de informação isso não leva a nada.
Seja simples, mas tenha foco de objetivos.Não desista de ser feliz.
Conforme informações, o mercado está aquecido é está em busca de bons profissionais.Prepare-se vá a luta e tenha garra.Não desista na metade do caminho.Seja persistente, não é por causa de um Não que voce ficará deprimido.Vá atras do Sim,ele vai acontecer.
Boa Sorte!
Tenha Fé acredite em Deus e em voce!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Patrocínio cultural -OI

Saiu o resultado dos projetos selecionados pela OI para 2008.
São projetos culturais, teatro, dança, exposição.
Se voce participou consulte no site
www.oi.com.br/patrocinios2008

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Novos conceitos -Uso correto da água em prédios

Novos prédios implantam ações favoráveis ao ambiente
Condomínios ecológicos são uma nova tendência no mercado imobiliário. Soluções para o uso de água, energia elétrica e reciclagem de lixo já surgem nos lançamentos. Mas agora, construtoras e incorporadoras querem tornar seus empreendimentos ´verdes´ do início da obra até a entrega e ocupação. E começam a buscar certificação de sustentabilidade.

Pelo menos dois lançamentos pleiteiam o selo Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), na capital. O certificado norte-americano, criado pela ONG Green Building Council (GBC), se firmou na certificação de prédios comerciais e começa a entrar no ramo residencial no Brasil. Várias empresas de consultoria como SustentaX, Cushman e CPE estão cadastradas como representantes da GBC no País para orientar esses processos.

Um dos empreendimentos candidatos ao selo é o Ecolife Independência, do Grupo Esfera, que será levantando no Ipiranga, zona sul. Outro é o The Gift, das empresas Even e Quality, que será construído na Granja Julieta, zona sul. ´O condomínio ecológico é apoiado no tripé: racionalização dos recursos naturais, como energia, gás e água; tratamento de resíduos; e qualidade de vida´, explica o engenheiro Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente do Grupo Esfera.

No condomínio Ecolife Independência, o uso racional da água é uma das principais preocupações. ´A água é o recurso mais importante, com risco de haver colapso no futuro. É mais importante do que petróleo´, diz.

No projeto do condomínio, o reuso da água será feito em dois níveis. O líquido que sai do lavatório deve ir para uma estação de tratamento de esgoto instalada no subsolo, onde será limpa e receberá uma coloração azul para depois voltar aos vasos sanitários. ´A partir de um certo momento, não se usa mais a água da rua para dar descarga´, afirma. Também a água da chuva será coletada e armazenada para depois irrigar as plantas.

Medidores individuais de água e gás nos apartamentos serão instalados em todas as unidades . ´Promove uma consciência maior e um controle maior do uso e do gasto´, diz Valle. As torneiras receberão temporizadores e as caixas dos vasos sanitários terão dois acionadores, um para líquido, que dispenas dois litros de água, e outro para sólido, que usa seis litros. Os chuveiros terão redutores de pressão e aquecimento a gás.

No empreendimento The Gift, o uso consciente da água também é uma das preocupações. Nas unidades, todas as torneiras e chuveiros terão redutores de vazão. ´Estamos estudando o reúso para irrigação´, afirma o engenheiro Silvio Gava, diretor técnico da construtora Even.

Os materiais usados na obra e o controle de resíduos também terão atenção especial. Toda madeira usada terá selo de certificação e o lixo será reciclado e mandado para cooperativas, o que deve gerar receita para o próprio condomínio.

Quanto à economia de energia, uma das soluções serão as janelas com persianas recolhíveis. ´A de duas folhas só abre a metade da janela. A recolhível abre inteiramente, dá conforto ambiental e evita que se ligue a lâmpada de dia´, explica Gava.

Fonte: O Estado de São Paulo, 16/9/2007

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Empresa e parceria ainda em busca


O projeto Viver Vida, é uma idéia de transformar a comunidade local, principalmente com referencia a Educação lnfantil, um local de qualidade, para que as crianças que frequentem tenham recreação e educação compatível com sua faixa etária, ainda um projeto virtual.
Mais um dos módulos do projeto trata-se a montagem de salas com informática para acesso a inclusão digital, e outros cursos a serem formatados de acordo com a disponibilidade de investimento.
Tudo no papel é possível.Como no papel voce pode criar o que quiser, tranformar recriar, montar e desmontar.Mas na vida a realidade é bem diferente pecisamos ter planejamento, caixa real, pois tudo precisa de investimento.
Mas qualquer trabalho precisa ter perseverança e metodologia e aplicação.
São as diretrizes do Projeto, não vamos abandonar a idéia, pois o projeto é importante para a região.
Hoje espaços gratuítos para a comunidade, precisam ser incentivados.O reforço escolar é importante como complemento dos estudos da sala de aula.
Espero que tenhamos investimento para que o projeto seja bem sucedido.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Responsabilidade social - empresas apostam na educação de jovens


A educação é, de longe, o foco principal do investimento social feito por empresas socialmente responsáveis no Brasil. E dentro dela, os ensinos fundamental e médio têm recebido atenção prioritária. Censo recente do grupo de Institutos,Fundações e Empresas (GIFE),revela que 80% dos seus 101 associados investem em ações como capacitação de professores,tecnologias sociais e complementação escolar, o que corresponde a R$ 300 milhõesanuais colocados na melhoria da qualidade da escola para crianças de 7 a 14 anos e jovens
até 24 anos. “Há hoje um consenso de que a educação constitui um dos mais importantes instrumentos para o desenvolvimento com justiça social e que representa a causa de muitos dos nossos problemas sociais. Atuar na causa e não no sintoma é traço diferencial do investimento social privado em relação à filantropia", afirma Fernando Rossetti, secretário-geral do GIFE.

Na avaliação do executivo, os investimentos geralmente buscam complementar o ensino das escolas públicas ou colaborar para qeu funcionem melhor, com novas tecnologias, métodos e sistemas de gestão mais eficazes. Nesse sentido, se mostram sintonizados com um quadro que se caracteriza por dificuldades de acesso, permanência e sucesso escolar. A ênfase dos institutos e fundações no ensino fundamental, segundo Rossetti, acompanha o foco adotado pelas principais políticas públicas de educação. E o investimento no público jovem reflete o interesse por um segmento visto como vulnerável, que sofre na pele o desemprego e a violência.

BOAS RAZÕES PARA INVESTIR
Segundo Rossetti, uma segunda razão para o crscente aumento dos investimentos de empresas em educação se deve à constatação de que anda em falta o capital humano qualificado de que elas dependem para atuar. "O sistema público não está fornecendo profissionais capazes de assegurar o bom nível de competitividade das empress brasileiras em um mundo globalizado", diz. A diretora-presidente da ONG CENPEC, Maria Alice Setúbal, especializada em educação, concorda. "As empresas sabem que para o sucesso de seus negócios precisam de gente qualificada, o que só vai ocorrer se crianças e jovens tiverem oportunidades educacionais de qualidade", afirma.

Para uma empresa, a má formação escolar compromete, pro exemplo, a capacidade de o funcionário compreender um manual de instruções, normas de qualidade e de segurança ou de acompanhar cursos de treinamento. "Há várias formas de uma empresa colaborar com a educação. Pode investir em projetos específicos de tecnologia, artes ou ciencias ou até mesmo apoiar uma escola próxima. Vale destacar, nesse caso, que esse apoio deve se dar a partir das necessidades da escola e de forma respeitosa à sua cultura. De nada adianta chegar impondo novos modelos de gestão que deram certo no mercado sem levar em conta a realidade da escola. Recursos para reformas, construção de laboratórios e bibliotecas também são sempre bem-vindos", completa Maria Alice.

Prova de que o tema dissemina nas empresas é o grande número de campanhas, programas e pactos regionais e nacionais de educação comandados por líderes empresariais. Se antes os investimentos privados eram pontuais, agora decorrem de alianças estratégicas. O Compromisso Todos Pela Educação é uma dessas iniciativas. Lançado em setembro de 2006, o movimento criado por um grupo que tem, entre outros, Jorge Gerdau Johannpeter Grupo Gerdau) e Milú Vilella (acionista do Banco Itaú ), estabeleceu cinco metas para 2022 e trabalha firme para tornar a educação uma espécie de paixão nacional. “Nosso movimento não encontraria eco se não houvesse um contexto favorável. Pela primeira vez, gestores públicos, organizações da sociedade civil e empresas estão alinhados em relação à necessidade de transformar a educação em política de Estado. Hoje compreende-se que melhorar a educação pode produzir impacto positivo sobre o crescimento econômico, geração de renda, segurança pública e cidadania”, afirma Priscila Cruz, coordenadora executiva do Todos Pela Educação.

Segundo Priscila, o movimento não tem a pretensão de dizer em quais projetos educacionais as empresas devem investir. Apenas orienta que o façam com foco no resultado para o aluno. “O grave quadro da educação brasileira não permite desperdício de recursos em ações que não gerem melhoria da qualidade da educação. As estratégias de investimento privado podem ser diferentes. Mas o horizonte deve ser comum, tendo como objetivo mais elevado tudo aquilo que promova a aprendizagem.” Para a executiva, ações voltadas para a formação de professores, reforço escolar e retenção de alunos na escola são muito necessárias. As de gestão escolartambém. Se estivesse no comando de uma fundação, Priscila concentraria os investimentos em alfabetização, período que oferece às crianças as condições necessárias para que
permaneçam, com sucesso, na escola. “Hoje, no Brasil, apenas 4,8% das crianças de quarta série estão plenamente alfabetizadas. Na oitava série, não chegam a 10%”, conclui.

APOIO EM GESTÃO
Estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado em dezembro de 2006, mostra que as escolas com melhor desempenho na Prova Brasil do Ministério da Educação foram aquelas em que a gestão incorporou regras simples, como escolher diretores de forma criteriosa, acompanhar o aluno individualmente e combater a evasão escolar, atuando junto à família. Por isso,atributos típicos do setor privado,como visão de planejamento e ênfase em eficiência e eficácia, aliados ao desenvolvimento de novas alternativas pedagógicas, podem fazer a diferença em favor da qualidade das ações educacionais do País e inf luenciar políticas públicas. “Às empresas cabe o papel de apoiar o setor público, acompanhá-lo e cobrá-lo. É uma relação de parceria, para a qual contribuímos com nossa liberdade de criar novas soluções”, diz Antonio Matias, vice-presidente da Fundação Itaú Social, que investe R$ 40 milhões anuais em educação. Claudia Calais, coordenadora da Fundação Bunge, concorda. “Não precisamos inventar a roda, temos que fazê-la girar adequadamente. Deve existir uma relação de parceria e de compartilhamento de recursos com os governos”, afirma.

Denise Aguiar, diretora da Fundação Bradesco, tem uma opinião complementar. “Não adianta esperar o ministério resolver tudo. O governo precisa ampliar o valor do investimento em educação saltando dos atuais 4% para pelo menos 7% do PIB. Nós, fundações, temos que fazer a nossa parte, investindo o melhor de nossos recursos em experiências educacionais que sirvam de exemplo e contaminem positivamente todo o sistema público”, diz ela, que administra 40 escolas próprias em todo o Brasil, mais de 108 mil alunos e R$ 183 milhões por ano.

Beatriz Johannpeter, diretora do Instituto Gerdau, acha que investimentos em ensino de qualidade são os de melhor custo-benefício porque melhoram a vida de todos. “Ganhamos os indivíduos, a sociedade e também as empresas, que passam a ser mais competitivas no mercado global”, aposta a executiva do instituto que investe em projetos de gestão de qualidade, cultura, esporte, educação ambiental e apoio ao ensino formal. Em 2006, apenas as atividades focadas em melhoria da qualidade de ensino consumiram R$ 7,8 milhões do Grupo Gerdau.

Para algumas empresas com atuação capilarizada em vários municípios, como é o caso da Companhia Vale do Rio Doce, a educação exerce papel decisivo no processo de desenvolvimento local sustentável. Além de promover a cidadania, mobiliza as comunidades, reforça o tecido social e prepara a força de trabalho, gerando uma melhor condição de vida para todos. “A elevação do nível educacional influencia a produtividade, a empregabilidade e o empreendedorismo”, diz Olinta Cardoso, diretora da Fundação Vale do Rio Doce, que em 2007 planeja investir mais de R$ 39 milhões em diferentes projetos voltados para a melhoria da qualidade educacional de escolas públicas, alfabetização de adultos, aceleração de aprendizagem,inclusão digital e formação profissional. Nos últimos anos, cerca de 1,7 mil jovens participaram dos programas de capacitação da FVRD. Destes, 1,4 mil foram efetivados na empresa. “Nossos projetos foram desenhados nos locais a partir da realidade, da cultura e da identidade dos 5,5 mil municípios nos quais atuamos e com os quais estabelecemos um compromisso de desenvolvimento responsável. Como temos um compromisso de longo prazo, precisamos pensar algumas gerações adiante. A educação é a base para isso”, completa.

* Matéria de autoria de Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Social, publicada no caderno Responsabilidade Social, da Gazeta Mercantil em 10/07/2007.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A importância da Leitura - vamos ler!


Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios.

Ler é estimulante. Tal como as pessoas, os livros podem ser intrigantes, melancólicos, assustadores, e por vezes, complicados. Os livros partilham sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Os livros colocam-nos em outros tempos, outros lugares, outras culturas. Os livros colocam-nos em situações e dilemas que nós nunca poderíamos imaginar que encontrássemos. Os livros ajudam-nos a sonhar, fazem-nos pensar.

Nada desenvolve mais a capacidade verbal que a leitura de livros. Na escola aprendemos gramática e vocabulário. Contudo, essa aprendizagem nada é comparada com o que se pode absorver de forma natural e sem custo através da leitura regular de livros.

Alguns livros são simplesmente melhores que outros. Alguns autores vêem com mais profundidade o interior de personagens estranhas, e descrevem o que eles vêem e sentem de uma forma mais real e efectiva. As suas obras podem exigir mais dos leitores: consciência das coisas implicadas em vez de meramente descritas, sensibilidade às nuances da linguagem, paciência com situações ambíguas e personagens complicadas, vontade de pensar mais profundamente sobre determinados assuntos. Mas esse esforço vale a pena, pois estes autores podem proporcionar-nos aventuras que ficam na nossa memória para toda a vida.

Ler melhora nossa mente, faz nossos pensamentos serem trabalhados, uma boa leitura edifica a pessoa.Livros com conteúdo, que possam dar algum apendizado.

É essencial perseverar. A maioria da boa escrita é multi-facetada e complexa. É precisamente essa diversidade e complexidade que faz da literatura uma actividade recompensatória e estimulante.

Muitas vezes um livro tem que ser lido mais de uma vez e com abordagens diferentes. Estas abordagens podem incluir: uma primeira leitura superficial e relaxada para ficar com as principais ideias e narrativa; uma leitura mais lenta e detalhada, focando as nuances do texto, concentrando-nos no que nos parece ser as passagens chave; e ler o texto de forma aleatória, andando para trás e para a frente através do texto para examinar características particulares tais como temas, narrativa, e caracterização dos personagens.
Todo o leitor tem a sua abordagem individual mas o melhor método, sem dúvida, de extrair o máximo de um livro é lê-lo várias vezes.

Leia a Biblia, procure saber os propósitos de Deus na sua vida, todos temos uma missão neste mundo, não estamos aqui por acaso.
Tenha em mente ser uma pessoa que tenha conteúdo que passe boas experiências e acrescente coisas boas na vida das pessoas que estão ao seu redor.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Captação de Recursos e Motivação Profissional


Ética e Transparência: Duas importantes ferramentas na captação de recursos
REVISTA FILANTROPIA – Captação de Recursos (julho/agosto de 2002), por Célia Cruz

Uma entidade tem de ter transparência total. Faz parte de sua missão divulgar resultados e disseminar aprendizados

Existem grandes particularidades entre o setor privado e o Terceiro Setor como histórias, cultura e práticas. Enquanto no setor privado a informação é privada e fonte do seu poder, no Terceiro Setor, aquele das organizações sem fins lucrativos, a informação tem de ser pública e deve ser compartilhada com outras organizações.

Se no setor privado o pagamento de percentual sobre valores captados, bônus e distribuição dos lucros funciona como motivador profissional, no Terceiro Setor não se permite a distribuição de lucros – na prática, eles não existem – é raro o pagamento de bônus e o comissionamento sobre a captação de recursos não é uma prática aceita.

Isso nos remete a duas questões básicas referentes ao trabalho de captação de recursos no Terceiro Setor, que têm merecido cada vez mais atenção das Organizações da Sociedade Civil: a ética e a transparência.

Uma entidade sem fins lucrativos, de interesse público, tem de ter transparência total. Faz parte de sua missão divulgar resultados e disseminar aprendizados para outras entidades. Deve mostrar claramente para os doadores e para a sociedade não apenas de onde vieram os recursos, mas também como o dinheiro foi aplicado, qual o benefício social gerado e que prática podem ser multiplicadas.

Hoje, época em que a sociedade já começa a cobrar das empresas privadas a apresentação de balanços sociais, esquece-se de cobrar das OSCs suas informações financeiras.

Infelizmente as OSCs são maravilhosas em compartilhar informações sobre tudo, mas sobre dinheiro, não. Muitas não têm qualquer tipo de relatório. Algumas têm medo de dizer quem as financia, com receio de que organizações congêneres busquem recursos nos mesmos financiadores.

Essa falta de transparência acaba sendo um dos grandes obstáculos ao aumento da captação de recursos pra causas sociais. De um lado, o doador raciocina da seguinte forma: se não sabe de que maneira seus recursos foram aplicados, se não se sente capaz de vislumbrar resultados, não tem estímulo para doas mais. De outro, as OSCs não sabem para quem pedir, quanto e em que momento, informações estas que, publicadas em relatórios de outras entidades, contribuiriam para o melhor desenvolvimento do processo de captação de todo o Terceiro Setor.

Transparência, no entanto, não significa apenas apresentação de relatórios financeiros. Significa fidelização do doador, comprometimento e co-responsabilidade na gestão dos recursos. Quando o doador e o receptor geram juntos os recursos, o resultado é o maior benefício social.

É um processo lento, que faz parte do desenvolvimento institucional. Mas que constrói patrimônios inestimáveis: a sustentabilidade da organização em longo prazo: a transformação do doador em um investidor social consciente da importância de seu gesto e do beneficio que está sendo gerado: a busca pela eficiência e eficácia no uso dos recursos: a implementação de inovações.

Doadores e organizações receptoras de recursos devem maximizar seus resultados e benefícios com este relacionamento que está sendo construído. Mas, sem dúvida alguma, o maior beneficiário desta parceria e co –responsabilidade é o impacto social que podemos obter dos projetos realizados em conjunto para a criação de uma sociedade mais justa e sustentável.

Há alguns pontos que costumamos apontar para as empresas e famílias que buscam o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), pedindo apoio no desenvolvimento do seu investimento social. Em geral, elas já estão suficientemente sensibilizadas para a importância da doação. O IDIS avalia em conjunto a clareza da causa com que o doador quer contribuir para, então, analisar em que entidade e em que missão os recursos serão investidos. O próximo passo é avaliar a idoneidade das organizações selecionadas.

Responder a esses mesmos pontos pode ajudar as ONGs a refletirem se estão no caminho certo em relação à transparência. Antes de tentar captar recursos, é fundamental que a ONG possa responder sim às seguintes perguntas:

Está aberta a visitas pessoais de seus doadores e conselheiros?
Possui conselho e diretoria atuantes? Está realizando eventos voltados para a capacitação dos conselheiros?
Possui um bom planejamento de projetos, realizados com o envolvimento da equipe, com orçamento claro e cronograma de atividades detalhado?
Realiza auditoria independente?
Realiza e divulga relatório de atividade e balanços financeiros?


Se a ONG for capaz de responder sim a tudo isso, é sinal de que tem clareza suficiente sobre o que fazer. Está na hora de conhecer então o que não fazer, ou seja: quais os procedimentos considerados não-éticos no processo de captação de recursos para o Terceiro Setor.

Um dos pontos mais polêmicos diz respeito à remuneração do captador de recursos. É preciso compreender que esta é uma função particular do Terceiro Setor. O captador de recursos não é um vendedor de projetos, mas alguém que, em nome de uma instituição sem fins lucrativos, com bons projetos desenvolvidos, com suas habilidades, contatos e know how, poderá levantar os recursos necessários para realizar uma causa social e, assim, atingir sua missão.

Muitos nos perguntam se o captador de recursos pode ser comissionado. A discussão parece lógica sob o olhar do setor privado, que permite o comissionamento. Respondo simplesmente que o setor sem fins lucrativos possui uma lógica distinta que, aos poucos, vai se tornando padrão, com peculiaridades como:

Não aceitar comissionamento sobre valores arrecadados em nome de uma organização
Não repassar ou levar consigo os contatos que foram adquiridos em nome desta mesma organização
Alocar todos os recursos doados na finalidade para a qual a doação foi destinada.


São valores e princípios éticos que regem este setor sem fins lucrativos e de interesse público.

Quando trabalhamos por uma missão e solicitamos recursos a uma organização sem fins lucrativos, não estamos pedindo em benefício próprio, mas em nome da missão de uma instituição, que tem credibilidade. Assim, se o pedido é feito em nome da missão, cada centavo arrecadado tem de ser utilizado nela.

Assim como os outros profissionais que trabalham no Terceiro Setor, o captador de recursos deve ser remunerado por um salário fixo e pela motivação da missão que realiza. Nunca por comissão.


Sobre o AutorCélia Cruz é coordenadora de programas do Instituto para o desenvolvimento do Investimento Social (IDIS). Mestre em Economia é especialista em captação de recursos para o Terceiro Setor. Coordenou a captação de recursos da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (EAESP-FGV) de 1994 a 2000. É coordenadora e representante da The Fundraising School do Center on Philanthropy da Indiana University na EAESP-FGV.

Célia Cruz faz treinamentos em captação de recursos para diversas organizações e ministra os módulos de Captação de Recursos e Investimento Social Comunitário no curso do IDIS na Faculdade de Saúde Pública e de Captação de Recursos nos cursos do Programa de Educação Continuada da EAESP-FGV.

matéria do site:www.idis.org.br

Oue chama atenção é que temos que profissionalizar nossas entidades, os funcionários que recebem salários para está função devem além do profissionalismo que conta, ter um foco social, ter em mente o objetivo de buscar recursos para manter em andamento dos projetos e atividades operacionais que sem recursos não acontecem.Todos os funcionários de uma ong ou associação devem estár comprometidos com a mesma, evitando gastos desnecessários, desperdícios, ter motivação no trabalho, no atendimento e execução das suas atividades diárias.Como em qualquer empresa o funcionário que não tem uma produção eficiente acaba estacionando ou não na função que está ocupando.A direção das entidades devem preparar os profissionais para ocupar os cargos de importância na administração.Ser eficiente hoje em dia é mais que uma necessidade é uma exigência.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

instituto unibanco


cronograma da suas atividades
SuperAção Social
Campanhas Pontuais


Movimento de solidariedade criado para atender necessidades diversas da sociedade, a SuperAção Social, em uma de suas frentes, presta auxílio a entidades e escolas em campanhas pontuais.

Nessas ações, realizadas a partir de uma agenda anual, o Instituto Unibanco doa, na mesma quantidade arrecadada pelos colaboradores, produtos de grande valia para as instituições e comunidades envolvidas.

Cronograma anual

Janeiro/Fevereiro

SuperAção Volta às Aulas (arrecadação de material escolar)

Março/Abril

SuperAção Doação de Livros (arrecadação de livros e publicações)

Maio/Junho

SuperAção Contra o Frio (arrecadação de agasalhos)

Julho/Agosto

SuperAção na Escola (doação de materiais utilizados para a melhoria da estrutura física das escolas)

Setembro/Outubro

SuperAção Doação de Brinquedos (arrecadação de brinquedos)

Novembro/Dezembro

SuperAção Doação de Alimentos (arrecadação de alimentos)

site:institutounibanco.org.br
vale a pena conferir este site e saber a programaçao do instituto e a forma que eles ajudam.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Doação de livros

Instituto Unibanco lança campanha de doação de livros 21/1/2008

A partir desta segunda (21/01), o Instituto Unibanco começa uma campanha de arrecadação de livros entre seus colaboradores.

O objetivo é envolver os funcionários de agência e prédios administrativos de todo o Brasil, para a doação de livros em bom estado, que serão repassados às instituições e escolas.

O Instituto Unibanco selecionará as instituições que serão beneficiadas e os funcionários poderão indicar as entidades de sua preferência, para que recebam parte do material arrecadado.

Nas agência de todo o Brasil, também serão recebidas as doações de clientes, que queiram colaborar com a campanha.

fonte:site vitrinepublicitária.net
materia de 21/01/08

Biblioteca Livre - pesquisa de livros na internet

Este site é muito bom e tem obras no seu acervo que valem a pena serem pesquisados

www.dominiopublico.gov.br

Pesquisa escolar, tem música vale a pena conferir.

Números da crise


As Faces da Pobreza

Mais de um bilhão de pessoas no mundo vivem com menos de um dólar por dia . Outros 2.7 bilhões lutam para sobreviver com menos de dois dólares por dia. A pobreza nos países em desenvolvimento, no entanto, vai muito além da pobreza de renda. Significa ter de caminhar mais de 1,5 quilômetros todos os dias, apenas para ir buscar água e lenha; significa sofrer de doenças que, nos países ricos, foram erradicadas há décadas. Todos os anos, morrem onze milhões de crianças , a maioria das quais com menos de cinco anos; e mais de seis milhões morrem devido a causas totalmente evitáveis como a malária, a diarréia e a pneumonia.

Em alguns países extremamente pobres, menos de metade das crianças freqüentam o ensino primário e uma percentagem inferior a 20% passa para o ensino secundário. No mundo inteiro, 114 milhões de crianças não recebem instrução sequer ao nível básico e 584 milhões de mulheres são analfabetas.

Apresentamos em seguida alguns dados elementares que revelam as causas e expressões da pobreza que afeta mais de um terço da população mundial.

Saúde

Todos os anos, seis milhões de crianças morrem de má nutrição de fazer cinco anos.
Mais de 50% dos africanos sofrem de doenças relacionadas à qualidade da água, como cólera e diarréia infantil.
Todos os dias , o HIV/AIDS mata 6.000 pessoas e infecta outras 8.200 .
A cada 30 segundos, uma criança africana morre devido à malária – o que significa mais de um milhão de crianças mortas por ano.
A cada ano, aproximadamente 300 a 500 milhões de pessoas são infectadas pela malária. Aproximadamente três milhões de pessoas morrem por causa da doença.
Tuberculose (TB) é a principal causa de morte relacionada com a AIDS e, em algumas partes da África, 75% das pessoas portadoras do vírus HIV também têm TB.
Fome

Mais de 800 milhões de pessoas vão se deitar todas as noites com fome; dentre elas, 300 milhões são crianças.
Desses 300 milhões de crianças, apenas 8% são vítimas de fome ou de outras condições de emergência. Mais de 90% sofrem de má nutrição prolongada e de um déficit de micronutrientes.
A cada 3,6 segundos , mais uma pessoa morre de fome; em sua grande maioria, crianças com menos de 5 anos.
Água

Mais de 2,6 bilhões de pessoas - mais de 40% da população mundial – carecem de saneamento básico e mais de um bilhão continua a usar fontes de água imprópria para o consumo.
Quatro em cada dez pessoas no mundo carecem de acesso a uma simples latrina.
Cinco milhões de pessoas, na sua maioria crianças, morrem todos os anos de doenças relacionadas à qualidade da água.
Agricultura

Em 1969, a África era um exportador líquido de alimentos; hoje, o continente importa um terço dos cereais de que necessita.
Mais de 40% dos africanos não têm capacidade de obter diariamente os alimentos suficientes.
A decrescente fertilidade dos solos, a sua degradação e a pandemia da AIDS levaram a uma diminuição da produção de alimentos per capita da ordem dos 23%, nos últimos 25 anos, apesar de a população ter aumentado muito significativamente.
O agricultor africano paga pelos fertilizantes convencionais entre três e seis vezes mais do que o seu custo no mercado mundial.

O efeito devastador da pobreza nas mulheres

Mais de 80% dos agricultores da África são mulheres.
Mais de 40% das mulheres africanas carecem de acesso ao ensino básico.
Se uma menina receber instrução durante seis anos ou mais, a sua utilização, quando adulta, dos cuidados pré e pós-natais e a taxa de sobrevivência ao parto aumentam significativamente.
As mães que possuem instrução vacinam os filhos com uma freqüência 50% superior à das mães não-instruídas.
A AIDS propaga-se com o dobro da rapidez entre as meninas não instruídas, em comparação com aquelas que têm alguma escolaridade.
Os filhos de uma mulher que freqüentou o ensino primário durante cinco anos apresentam uma taxa de sobrevivência 40% superior aos filhos das mulheres sem qualquer instrução.
Uma mulher da África sub-saariana tem 1 possibilidade em 16 de morrer durante a gravidez ou o parto. Na América do Norte, o risco de é 1 em cada 3700 casos.
Em cada minuto, uma mulher morre no mundo durante a gravidez ou o parto. Isto significa que, no total, morrem 1.400 mulheres por dia – isto é, 529.000 por ano – devido a causas relacionadas com a gravidez.
Quase metade dos partos, nos países em desenvolvimento, não são assistidos por um técnico de saúde.


fonte site: www.pnud.org.br
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

História do Bairro

Zona Sul de São Paulo, Bairro Jdm São Bernardo, Jdm dos Manacas, pesquisei na net sobre assuntos sobre o bairro e nada encontrei de relevante.Gostaria de obter dados de origem da população, não encontrei nada de novidade sobre a formação do bairro.

Com isso fico mais interessada em desenvolver o trabalho da Ong para fazer desta região (modesta apenas do local descrito) alguma coisa útil, quando em qualquer momento uma pessoa fizer uma busca na internet, tenha uma registro efetivo de obras,ação social mesmo que de pequeno porte, modesta e humilde,possa ser notada como vimos em vários locais da cidade de São Paulo.

Acho que a população tambem por falta de acesso a inclusão digital, fica difícil a democratização do conhecimento.Quanto voce tem mais curiosidade em saber mais voce busca conhecimento e pesquisa sobre o tema abordado.

Hoje qualquer custo de transporte e uso das Lan House fica difícil para uma população que as vezes está sem emprego.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Determinação

Ser determinado é uma atitude as vezes um pouco difícil, visto na vida sofrer muitas interferências no dia a dia e acaba fazendo que nossos objetivos e projetos fiquem de lado.
Determinado é acreditar que aquele objetivo pode ser alcançado mesmo sofrendo tantas interferências e críticas de outras pessoas.Acreditar num objetivo de vida, faz voce ter um foco uma meta e levar seu dia a dia com garra e força.
Precisa tambem ter auto estima pois se voce não ter este sentimento e sente ser uma pessoa fraca e inferior em conseguir tal meta, é melhor mudar este sentimento de tristeza e vazio e baixa estima.Se voce não acreditar em suas idéias e objetivos quem vai acreditar?
A primeira pessoa que tem de acreditar em si é voce mesmo.
Deixe de lado as críticas destrutivas e de baixo valor, coloque sempre a sua vida e as suas decisões importantes na mão de Deus.Faça de sua vida uma benção, peça a Deus direção, Sabedoria, paz principalmente.
Até para voce procura um emprego se voce não acreditar em voce ,qual será a imagem que passará para a pessoa(empresa) que estará te entrevistanto.
Este dias e anos o sentimento da Depressão, da baixa estima tem assumido a vida de muitas pessoas, com isso nada que elas tentem fazer dará alegria.
Repudie este sentimento do seu coração, procure orar mais, busque a Deus , somente JESUS pode libertar uma pessoa dessas sindromes terríveis e este vazio que atormenta a vida de muitos.
Busque a Deus em primeiro lugar e as demais coisas serão acrescentadas.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O poder da boa Palavra - palavra que edifica a pessoa

O Pensamento cria vida: um pensamento positivo cria situações positivas; um pensamento negativo cria doença, desemprego, depressão e frustrações!!!

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez."

O Evangelho segundo João

Já é hora de compreendermos que devemos ser responsáveis ao falar. As palavras tem uma força própria - seguem a lei da gravidade: ao jogar uma bola para cima ela cairá, e poderá bater na sua cabeça, certo? Imagine então que cada palavra que sai de sua boca vai para cima: num dado momento elas cairão... resta saber: são boas ou más palavras? Imagine que palavras boas são flores perfumadas, e palavras ruins são pedras. O que você está jogando no Universo, flores ou pedras? Cada indivíduo deve ser - conscientemente - responsável pelo que diz...

Por outro lado também precisamos aprender a fechar a boca! Por que espalhar aos quatro ventos flores que ainda não colhemos? Quantas vezes você inocentemente contou uma coisa ótima que estava para lhe acontecer e pouco tempo depois ela reverteu completamente? Aprenda a ser um pouco reservada.

Ou, porque espalhar tantas pedras pelo seu caminho... machucar seus pés... porque ser negativo, depreciar-se ou os outros... porque falar mal de uma coisa ou pessoa... se cada um de nós é diretamente responsável pelo que nos acontece?

Não fique julgando todo mundo, pois quem somos nós para julgar alguem.Devemos sim é passar bons exemplos, dar apoio, ser amigos e ter sempre uma Boa Palavra no momento certo.Deus prepara para que sejamos uma benção neste mundo, não vale a pena passar nossa vida sendo o contrário.

Acorde pela manhã, agradeça a Deus por estár vivo, com saúde, pronto para mais um dia de trabalho.Agradeça o trabalho pois é através dele que voce obtem seu sustento.
Pare de ficar murmurando a todo mundo e por qualquer coisa.Quando vir este momento de murmurio(refrei a sua boca, respire e pense) Vale a pena?
Agradeça a natureza maravilhosa que temos, e podemos encherga-la perfeitamente.
Deixe esta mania insurportável de reclamar pela comida, pela roupa, pelo sapato por coisas que são insgnificantes perto de uma pessoa que não tem o corpo perfeito mesmo assim não fica ai reclamando da vida.

Vamos buscar sermos mais positivos na vida, no trabalho, não ser um colega de trabalho com um astral negativo, ore todo dia, leia a Biblia, procure em Deus a sua força a sua luz.
Não adianta ter tudo de material se voce não tiver paz interior.

Boa Semana

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Vamos previnir e cuidado com a Denque


A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

materia site www combateademque.com.br

Vamos fiscalizar a nós mesmos é a nossa comunidade, a Denque é muito perigosa, cuidados com os vasos de plantas, agua parada em pneus, vamos todos fiscalizar e acima de tudo fazer a nossa parte.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Empresas não relacionam lucro com investimento social

A pesquisa “Investimento Social na Comunidade 2004”, realizada pelo IDIS - Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social - aponta que 84% das empresas brasileiras não relacionam o lucro com investimento social. O estudo foi realizado entre setembro e outubro de 2004, com 108 empresas integrantes do Guia Melhores e Maiores Exame 2004, nos segmentos de Indústria, Serviço, Comércio e Concessionárias de Serviços Públicos.

O levantamento aponta que é elevado o número de empresas que avaliam suas ações ou investimento social: 82% dos entrevistados declaram fazer esse acompanhamento. E apesar de o diretor-presidente ainda ser a pessoa que decide as ações sociais (77%), 39% das organizações já possuem Comitês de Avaliação para investimento social.

A pesquisa apontou ainda que as maiores dificuldades encontradas pelas empresas ao fazerem investimento social são a falta de: recursos (33%), informação (30%) e de bons projetos na área (27%). “O apoio técnico às organizações deve fazer parte do trabalho estratégico das empresas. As ONGs podem ser fortalecidas para que os projetos sejam mais eficientes, num processo igual ao que ocorre com as empresas que qualificam seus pontos de venda”, exemplifica Marcos Kisil, presidente do IDIS.

A pesquisa apontou que, apesar de 70% das empresas faturarem mais de R$ 900 mi por ano, apenas 44% investem mais de R$ 1 milhão anualmente; e 81% das corporações investem até 0,25% de seu faturamento. “Considerando o montante de faturamento da maioria das empresas ouvidas pela pesquisa, o valor repassado a projetos sociais é muito pequeno”, avalia o presidente do IDIS.

Ainda de acordo com a pesquisa, 81% têm como motivação a cultura da empresa, enquanto 52% disseram que a demanda social onde a empresa está inserida foi o principal motivo que levou a organização a investir em ações sociais. A área que recebe mais investimento é a educação (82%), seguida de meio ambiente (69%), cultura (53%) e saúde (47%).

A credibilidade da organização é o critério utilizado pela maioria das empresas na escolha das ações que serão beneficiadas com os investimentos. Também é apontado como importante a definição clara dos objetivos do projeto e a previsão de mecanismos de avaliação.

O Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma entidade sem fins lucrativos que presta apoio técnico a empresas, famílias e comunidades em seus projetos sociais.

site: coep brasil.org -noticias

Objetivos do Milênio


Voluntários para um mundo melhor


“O Voluntariado é, de fato, a expressão definitiva de tudo aquilo que significam as Nações Unidas.”

Kofi Annan – Secretário Geral das Nações Unidas


E se a ONU tem tudo a ver com Voluntariado, nada mais natural do que uma parceria entre a United Nations Volunteers – UNV – e o Portal do Voluntário. Esta parceria já acontece há um bom tempo e agora, para celebrar o Dia Internacional do Voluntário, ela é renovada com a difusão dos 8 Objetivos do Milênio nas ferramentas desenvolvidas pelo Portal do Voluntário.

Os 8 Objetivos do Milênio foram estabelecidos em 2000 pela própria ONU depois de analisar os maiores problemas mundiais. Sintonizado com essas metas, o Portal do Voluntário lança, em 2005, uma nova funcionalidade para que cada voluntário identifique sua ação dentro dos Objetivos do Milênio e, a partir daí, se relacione com outros voluntários que lutam pelos mesmos objetivos.

E para quê? Para que cada voluntário em ação na sua comunidade tenha a dimensão da importância do trabalho que desenvolve para mudar o mundo. Afinal de contas, agindo localmente, cada voluntário passa a influir globalmente. São os Voluntários para um Mundo Melhor.

É fundamental que cada voluntário, saiba que, como ele, há milhões de pessoas no mundo dando a sua própria contribuição para o alcance das metas traçadas pelas Nações Unidas. Os Objetivos do Milênio no Portal do Voluntário darão um sentido mais amplo às ações locais de cada voluntário. A nova funcionalidade que trará os 8 Objetivos mais próximas dos voluntários entrará no ar até julho de 2005. Desta forma, não apenas os voluntários, mas também as empresas que usam as tecnologias do Portal do Voluntário terão os Objetivos do Milênio à disposição de suas redes de voluntariado.

Lembre-se: o mundo precisa de você para ficar mais justo, mais saudável, mais forte e, claro, mais unido.

Projeto Parado Falta de Apoio e Patrocinio

Esse projeto social infelizmente esta parado por falta de apoio financeiro, patrocínio, investimento. Temos uma idéia de aplicação porem nad...