terça-feira, 28 de outubro de 2008

Os Macacos

Do: Prof. Augusto

Os Macacos

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então substituíram um dos macacos por um novo.

A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, delasendo retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substitutoparticipado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e afinal o ultimo dos veteranos foi substituído.

Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio,continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

"Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui".

(texto anônimo)

Comentários

Tal como os macacos a natureza humana mostra diversos vértices, do ponto de vista individual, do grupo e da liderança.

1) Ponto de vista individual: é difícil quebrar um paradigma, um preconceito ou conceito formado. É mais confortável não faze-lo. Como disse Albert Einstein: "Tristes tempos estes: é mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito". Tal como os outros animais, os seres humanos freqüentemente agem sem refletir porque razão, ou com que objetivo estão fazendo aquilo. As pessoas agem movidas somente por costumes arraigados, ou por instintos, e dessa forma não exercem o mais precioso atributo de Deus para a raça humana: a inteligência, a escolha, o livre-arbítrio. Em uma empresa para que os funcionários consigam empenhar o seu melhor eles precisam de motivação, respeito, reconhecimento e recompensa. Eles podem trabalhar 24 horas por dia e render como se trabalhasse pouco, pois estão agindo por esforço, por obrigação, por costume ou paradigma de cumprir horário. Podem cumprir um horário menor, mas se motivados, podem render muito, pois o processo criativo é liberado motivacionalmente e não por medo ou punição.

2) Ponto de vista do grupo: cada grupo tem uma egrégora, um "clima", "uma áurea", emanada pela direção ou pelo momento em que se vive, se guerra, se sucesso, se ameaça. Mas o ponto de vista da direção sempre influencia o grupo, positivamente ou negativamente. No caso dos macacos não há liderança e eles não liberam o seu potencial criativo, não descobrem como alcançar o sucesso (as bananas). Nem tentam devido o medo da punição. A dor da punição predomina em relação ao prazer do sucesso. E isto acontece com empresas depois de um certo tempo, o grupo nem tenta mais pois só há punição ou a recompensa é muito baixa, nem vale a pena o esforço, o melhor é cumprir o horário...

3) Ponto de vista da liderança: o maior líder que a humanidade conheceu não foi Alexandre, o Grande, o maior estrategista militar. Não foram os faraós que deixaram as pirâmides. Nem os imperadores chineses que deixaram a maior construção da humanidade que é vista da lua. Pois tudo isto foi feito por ameaça, opressão, mêdo, obrigação e pouco ficou senão o lado tangível destes empreendimentos. O maior líder que a humanidade conheceu foi Jesus Cristo. Que nos ensinou a força mais poderosa: o amor. Com apenas doze seguidores conquistou o mundo, sem ameaça, sem punição, sem opressão, sem obrigação, sem horários a cumprir. Os seus seguidores se sentiam livres para vencer vários paradigmas religiosos da época e fortes e criativos o suficiente para conviver com a dominação romana. O mundo vive até hoje sobre a egrégora do amor. Portanto Cristo não somente foi, mas continua sendo o maior líder da humanidade. A liderança empresarial que souber empreender liberando em cada funcionário o seu potencial criativo, colaborativo, não deixará a sua equipe a mercê de uma ameaça como a dos macacos sem liderança, sem alguém para lhes mostrar um caminho, para motivá-los. E, principalmente, desenvolver colaboradores auto-motivados e com capacidade de motivar a equipe, assim a empresa "anda sozinha" sem a presença física do líder. Tal como aconteceu com os discípulos que continuaram a obra depois que Cristo se ascendeu. Não fica aqui nenhuma pretensão de alguém querer se comparar a Cristo, pois Ele é tudo, o alfa e o ômega, Deus. Apenas seguir seu exemplo, a partir d'Ele o mundo mudou. A partir de uma boa liderança a empresa pode mudar...e muitas coisas podem e devem mudar, na nossa empresa.


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