terça-feira, 20 de novembro de 2007

Doação computadores

As empresas de informática que puderem ceder equipamentos em bom estado para montagem da sala de informatica para as aulas dos alunos, ficaremos muito felizes se houver interesse de alguma empresa.

Contato por email mo196540@hotmail.com

Ajuda 2008 -Implantação/metas e necessidades

Agora estou revendo o planejamento e para as instalações físicas do projetos todo o tipo de doação será muito bem aceito e valido.
Móveis para salas(carteiras), móveis infantil(idade de 3 a 6 anos)para Prê escola.Móveis para montagem do refeitório bem como os utensílios de cozinha como fogão industrial(se possível) geladeira.
Estantes para livros/brinquedos educativos, brinquedos para parque.
As empresas que estiverem modernizando suas escolas e seus móveis estiverem em condição de uso, gentileza contatar se possível por email para podermos receber esta doação.

Esta ong é sem fins lucrativos, por isso existe a necessidade da busca de patrocínio, ajuda de todos para um bem social.
email de contato mo196540@hotmail.com

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Tudo é uma questão de ética e princípios

Ética Empresarial e Responsabilidade Social

Francisco Gomes de Matos
Consultor de Estratégia Empresarial

É certo ligar o sucesso ou fracasso de uma organização ao seu comportamento ético? Tenho convicção de que sim! Ser ético, hoje, não é mais uma opção. Para pessoas e organizações, é questão de sobrevivência. Com a velocidade com que se processam as transformações, há necessidade de valores internalizados para que haja alinhamento no momento das decisões, que exigem rapidez. Hoje não se pode avaliar uma empresa com os padrões tangíveis de ontem, pois referenciais intangíveis, como marca, imagem, prestígio e confiabilidade, decidem a preferência e garantem a continuidade.

A ética ganha respeitabilidade como forte diferencial de qualidade e conceito público, mas será que já se formou a consciência ética no comando das organizações?

Algumas questões básicas precisam ser devidamente equacionadas para um melhor entendimento sobre a eficácia da ética nos negócios. A ética é determinada pela cultura?

Numa tribo de canibais, é ético comer o semelhante. Por ser lei, é ético? Por ser costume, é ético? Justifica-se uma "ética de conveniência"?

O discurso ético e a prática das organizações fazem lembrar o axioma popular: de boas intenções o inferno está cheio.

No entanto, julgo estarmos vivendo um momento importante de renascimento moral, no esboçar de uma nova conscientização. Nesse sentido, as boas intenções são válidas como início de processo.

A conscientização tem esse mérito: provoca desconforto com relação às situações negativas vigentes. É imprescindível, todavia, que existam alternativas concretas, atitudes e comportamentos que denotem mudanças significativas. Surge daí o compromisso das lideranças.

Tudo é uma questão de ética e princípios

Ética Empresarial e Responsabilidade Social

Francisco Gomes de Matos
Consultor de Estratégia Empresarial

É certo ligar o sucesso ou fracasso de uma organização ao seu comportamento ético? Tenho convicção de que sim! Ser ético, hoje, não é mais uma opção. Para pessoas e organizações, é questão de sobrevivência. Com a velocidade com que se processam as transformações, há necessidade de valores internalizados para que haja alinhamento no momento das decisões, que exigem rapidez. Hoje não se pode avaliar uma empresa com os padrões tangíveis de ontem, pois referenciais intangíveis, como marca, imagem, prestígio e confiabilidade, decidem a preferência e garantem a continuidade.

A ética ganha respeitabilidade como forte diferencial de qualidade e conceito público, mas será que já se formou a consciência ética no comando das organizações?

Algumas questões básicas precisam ser devidamente equacionadas para um melhor entendimento sobre a eficácia da ética nos negócios. A ética é determinada pela cultura?

Numa tribo de canibais, é ético comer o semelhante. Por ser lei, é ético? Por ser costume, é ético? Justifica-se uma "ética de conveniência"?

O discurso ético e a prática das organizações fazem lembrar o axioma popular: de boas intenções o inferno está cheio.

No entanto, julgo estarmos vivendo um momento importante de renascimento moral, no esboçar de uma nova conscientização. Nesse sentido, as boas intenções são válidas como início de processo.

A conscientização tem esse mérito: provoca desconforto com relação às situações negativas vigentes. É imprescindível, todavia, que existam alternativas concretas, atitudes e comportamentos que denotem mudanças significativas. Surge daí o compromisso das lideranças.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Vamos pensar sobre o assunto!

Empresa não é ONG.
Os Desafios Da Responsabilidade Social das Empresas

Luiz Marins

Aqui está uma grande discussão. Deve a empresa assumir responsabilidade pelos problemas da sociedade? Isso não deve ser deixado para os governos? Por que, afinal, sentir-se responsável socialmente?

Uma coisa é preciso que fique muito clara. O objetivo da empresa seja ela qual for, é maximizar resultados. Uma empresa não é uma instituição de caridade, nem uma associação de amparo aos desempregados. Uma empresa não é uma ONG. Então, novamente, a pergunta: Deve a empresa sentir-se socialmente responsável?

Para ser bem sincero, sem rodeios, a grande verdade é que a empresa, hoje, tem que sentir-se socialmente responsável por uma questão de mercado, de marketing. E as razões são as seguintes:

A primeira razão é que o número de concorrentes a cada dia que passa é cada vez maior. Tenhamos a empresa que tivermos, nos ramos que atuarmos, a concorrência está simplesmente enorme. Até universidades estão sentindo a concorrência globalizada. Existem mais de vinte instituições universitárias estrangeiras oferecendo cursos para brasileiros, no Brasil. O participante recebe o mesmo diploma válido no exterior, sem sair do Brasil. Assim, USP, PUC, FGV, etc. estão sentindo o peso da competição. Nada, absolutamente nada, está fora da competição global.

A segunda razão é que a qualidade dos produtos e serviços concorrentes, a cada dia que passa, se torna mais equivalente entre os concorrentes. Desde refrigeradores até convênios de saúde e seguros de vida estão competindo com empresas globais competentes. Peter Drucker diz que qualidade nem se discute mais. Ou você tem qualidade ou já está morto – talvez ainda não esteja deitado, mas já morreu! Ele diz que “qualidade é o cacife para você sentar-se à mesa do jogo”. Se você não tiver qualidade, nem conseguirá começar a jogar. Qual é o “melhor banco?” Não serão todos bons? Qual a grande diferença entre as inúmeras marcas de automóvel? Existe hoje uma geladeira que não “gele”? Ou uma televisão que não “pegue os canais todos?”

A terceira razão é quando qualidade começa a ser equivalente – por processos tecnológicos equivalentes e conhecidos – preços começam a ser iguais ou semelhantes. Assim, um convênio de saúde com tal e qual empresa tem, basicamente, o mesmo custo que um concorrente. A taxa de um banco igual à taxa de outro banco concorrente.

A pergunta é:

Quando eu, cliente, tenho a seguinte percepção:
“Tem muita empresa me querendo. Tem muito banco me querendo como cliente. Tem muita maionese me querendo...”
O que fará com que eu compre desta ou daquela empresa?
O que fará com que eu escolha este ou aquele produto?
O que fará com que eu opte por este ou aquele plano de saúde?

E embora, por enquanto, tenhamos uma certa dificuldade em acreditar, o cliente daqui para frente, optará pela empresa que for mais socialmente responsável. Optará pela empresa que tiver um diferencial que não será mais o “produto” em si.

Assim, a “empresa” tem que ser diferente.

Nossas pesquisas da Anthropos Consulting e tantas outras pesquisas no mundo inteiro têm mostrado que, embora nem sempre o cliente consiga verbalizar a razão da escolha de uma empresa ou de um produto, a verdade é que essa escolha foi feita pela visão social e responsabilidade social que essa empresa demonstra. Seja na proteção ambiental, no amparo a projetos de inclusão social, seja por ser uma empresa que trata melhor seus próprios funcionários.

Assim, a grande razão “empresarial” para que uma empresa seja socialmente responsável não é “filantropia” ou “consciência social elevada” como sempre queremos fazer crer. A grande razão é que as empresas socialmente responsáveis terão maiores resultados financeiros, de mercado, de caixa.

Se isso pode “chocar” muitas pessoas que acham que as empresas deveriam ser socialmente responsáveis por um elevado sentimento de cidadania, pergunto, por que só agora as empresas estão realmente preocupadas com o social?

A resposta é clara. Trata-se de uma questão de sobrevivência.

Assim, antes que seja tarde e sua empresa vá a reboque dos concorrentes, pense nisso. Sucesso!!

www.anthropos.com.br

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

A prática da Cidadania

Pensar,hoje, que problemas sociais são responsabilidade apenas dos governantes não é a atitude mais correta.Atualmente, é imperativo se concientizar de que as transformações são necessárias e que podem e devem ocorrer a partir de ações comuns dos cidadãos.Essa mudança de mentalidade e um posicionamento mais ativo com relação às questões da sociedade são necessárias para a concretização de alterações em sua estrutura.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Contrastes da vida


A vida é cheia de contraste, a riqueza e a pobreza, o belo o feio.Ambas existem e convivem em harmonia.
Veja a foto dos prédios de alto luxo em SP (região da marginal pinheiros), e imagine as condições de vida neste ambiente e pense como será aquela pessoa que vive em uma casa humilde e não tem onde deixar seus filhos pois as escolas e creches públicas muito requisitadas pois a demanda (procura) é maior que a oferta.
Há necessidade de todos pensarem como posso ajudar o próximo.

Coronavírus e pets: animais de estimação no ambiente doméstico precisam de atenção especial

Mesmo que não sejam portadores do vírus, eles podem transportá-los pelas patas ou pelo. Ainda que não existam informações conclusivas so...