sexta-feira, 25 de abril de 2008

Alimentação Nutritiva a baixo custo


O Clique a Gosto, com apoio do SESI - Serviço Social da Indústria, divulga o programa "Alimente-se Bem". Uma iniciativa que, desde 1999, desenvolve receitas para uma alimentação de qualidade e baixo custo, apresentando ao trabalhador alternativas e orientações que buscam melhorar a sua qualidade de vida.

Cardápio especialReceitas nutritivas e de baixo custo

Café da manhã

Bolo de hortelã

Geléia de beterraba com banana

Prato Principal

Rolinhos de linguiça

Panqueca de milho

Medalhão de frango

Guarnição


Charutos de folha de beterraba

Lasanha de abóbora

Omelete assada de arroz

Sopa

Creme branco enriquecido

Sopa de talos de brócolis

Sobremesa

Batata em calda

Creme cítrico

Saiba mais

A alimentação é usualmente tema de interesse das pessoas, porém, na prática, percebe-se que poucas apresentam comportamento alimentar sadio, quer seja por falta de conhecimento, quer seja por influência social e cultural dos meios de comunicação.

O Consumo exagerado de determinados alimentos, em detrimento de outros mais necessários à saúde, tem gerado níveis preocupantes de desnutrição e de carências nutricionais específicas. A situação se agrava com o desperdício de alimentos, que faz do lixo brasileiro um dos mais "ricos" do mundo.

Nossa tera é rica em variedades de frutas, verduras e legumes. O clima e os cuidados com a conservação do solo permitem que as plantas cresçam saudáveis e nutritivas em todas as suas partes: folhas, caules, frutas, semantes e raízes.

Utilizar o alimento em sua totalidade significa mais que economia. Significar usar os recursos disponíveis sem desperdício, reciclar, respeitar a natureza e alimentar-se bem, com prazer e dignidade.
Desse modo, torna-se fundamental a realização de projetos de educação nutricional que visem esclarecer a população sobre a importância do aproveitamento integral dos alimentos para a melhoria do estado nutricional, bem como apresentar alternativas de utilização desses alimentos.



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Dados da região da zona sul - Capela do Socorro -investimento social

Zona Sul 2
Bairros/Distritos administrativos: Socorro, Cidade Dutra e Grajaú
Site: http://capeladosocorro.prefeitura.sp.gov.br
Email: capeladosocorro@prefeitura.sp.gov.br
Telefone: 5668-1855
Endereço: R. Cassiano dos Santos, 499 - Bairro: Socorro - CEP: 04827-000
População total: 645.715 habitantes
População de 0 a 10 anos: 140.831 habitantes
População de 11 a 19 anos: 100.708 habitantes
População com mais de 19 anos: 404.176 habitantes
Fonte: SEADE - população estimada em 2006
Área geográfica total: 134,00 km2
Área urbanizada: 0.0 km2

Bairros mais ricos de SP têm até quatro vezes mais investimento que os mais pobres, diz estudo
Por Sara Duarte
Em São Paulo


Uma pesquisa realizada pela ONG Movimento Nossa São Paulo e divulgada nesta quinta-feira (24) traduz em números a desigualdade econômica e social entre as diferentes regiões da capital paulista. O estudo, feito com dados oficiais, fornecidos pela Prefeitura de São Paulo, revela que enquanto bairros de classe média como os de Pinheiros e Jardins têm serviços de saúde, educação e cultura semelhantes aos de países desenvolvidos, bairros da periferia da capital apresentam total carência de serviços essenciais.

O estudo revela quanto a Prefeitura efetivamente investe em cada uma das 31 subprefeituras da cidade. Ao analisar o orçamento de cada subprefeitura em 2006 e dividi-lo pelo número de habitantes atendidos, a ONG conseguiu detectar que o volume de recursos que chega aos bairros ricos é em média 4 vezes maior que chega aos bairros pobres.

No período analisado, as três subprefeituras com maior orçamento per capita foram Pinheiros (R$ 126,59), Sé (R$ 123,22) e Santo Amaro (R$ 120,87). No outro extremo, as de menor investimento foram as de Capela do Socorro (R$ 31,43), M'Boi Mirim (R$ 35,60) e Cidade Ademar (R$ 44,66)
De acordo com Maurício Broinizi Pereira, coordenador-executivo do Movimento Nossa São Paulo, o volume de recursos repassados pela Prefeitura às subprefeituras é desproporcional ao tamanho dos bairros e de sua população. "A maior parte dos investimentos se concentra em bairros de classe média alta, que concentram uma elite com capacidade de pressão política", afirma.

Um exemplo: a verba destinada à região da subprefeitura de Pinheiros (Pinheiros, Jardim Paulista, Alto de Pinheiros e Itaim Bibi), com 245 mil habitantes divididos por 32 km2, foi quatro vezes maior do que o total destinado à Capela do Socorro (Socorro, Cidade Dutra e Grajaú), que tem 645 mil habitantes em uma área de 134 km2.

Além da desigualdade de investimentos, a pesquisa revelou a desvantagem dos bairros de periferia com relação a acesso a saúde, educação, esporte, cultura e lazer.

Comparando o número de hospitais existentes em toda São Paulo, o estudo constatou que a cidade tem em média 2,84 leitos hospitalares para cada 100 mil habitantes. Os bairros mais bem assistidos são os da região da Sé (18,64 leitos para cada 100 mil habitantes), da Vila Mariana (16) e de Pinheiros (12,53). Os menos bem assistidos são os de Campo Limpo (0,02 leitos para cada 100 mil habitantes) e Aricanduva e Freguesia do Ó/Brasilândia (0,47 cada). E há regiões que não contam com um leito sequer: Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Parelheiros e Perus.

Quanto acesso à educação, a desigualdade mais evidente está no número de horas de aula oferecidas a estudantes de bairros pobres e ricos. Na periferia, para atender a um número maior de alunos, as escolas municipais de Ensino Fundamental têm aulas divididas em três turnos de quatro horas - o intermediário, das 11h às 15h, é conhecido como 'o turno da fome'. Em Cidade Tiradentes, por exemplo, 69% das escolas seguem esse sistema. Em Campo Limpo, 51%. Já em Pinheiros e na Sé, todas as escolas têm apenas dois turnos, de seis horas cada.

Segundo os organizadores do estudo, a falta de serviços públicos essenciais é determinante para o agravamento de problemas sociais na periferia. "As subprefeituras com menor grau de investimento público são as que têm os piores indicadores de criminalidade juvenil", diz Pereira.

A partir de dados do Pro-Aim (Programa de Aprimoramento de Dados sobre a Mortalidade no Município de São Paulo), o Movimento Nossa São Paulo fez uma análise do número de homicídios de jovens do sexo masculino de 15 a 29 anos em toda a cidade de São Paulo.

Segundo essa análise, as regiões com menor número de mortes violentas são as das subprefeituras de Vila Mariana (10,19 para cada 100 mil habitantes), Pinheiros (12,85) e Lapa (18,12). As regiões com maior número são: Casa Verde/Cachoeirinha (174,92), Freguesia do Ó/Brasilândia (143,44) e M'Boi Mirim (129,69). "Ou seja, enquanto os bairros mais ricos de São Paulo apresentam índices de mortes violentas semelhantes ao de países desenvolvidos, os mais pobres da periferia apresentam taxas semelhantes às de países em guerra", diz Pereira.

De posse desses dados, a ONG espera convencer a população a pressionar a Prefeitura para que ela atenda de forma mais equânime os 96 distritos da cidade. De acordo com os organizadores, o estudo poderia servir para nortear os postulantes ao cargo de prefeito e às 55 vagas na Câmara Municipal a montarem programas que atendam às reais necessidades de cada bairro. A íntegra da pesquisa pode ser acessada no site do Movimento Nossa São Paulo.www.nossasaopaulo.org.br

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Nossa Parceira - Tudo pela Criança


Como é bom o lúdico, a imaginação a fantasia da criança.Na mente da criança tudo tem uma dimensão tão grande, o amor, a fantasia, as cores, a liberdade de aceitar conceitos e informações.Trabalhe com a criança e transforme ela num cidadão consciente, responsável, que tenha amor pela natureza, pela vida, pelo próximo.
Precisamos de polos de vida de amor espalhado por este mundo tão cheio de coisas ruins e de informações conturbadas.
Parabens a esta profissional que dedica do seu tempo a criança!
conheça seu trabalho neste site abaixo
site:www.fadaceleste.com

quarta-feira, 23 de abril de 2008

vacinação da GRIPE 2008

SP terá 445 postos fixos para vacinar idosos contra a gripe
Campanha começa dia 26. Meta é imunizar 3 milhões em todo o estado.
Veja a lista dos postos fixos que vão funcionar neste sábado.
Do G1, em São Paulo
entre em contato
Cerca de 3 milhões de pessoas com mais de 60 anos devem ser vacinadas contra a gripe em 2008 em todo o estado de São Paulo, pelos cálculos da Secretaria de Estado da Saúde. Segundo a secretaria, na capital haverá 445 postos fixos de vacinação que estarão abertos sábado (26), quando começa a campanha.

veja o link em nosso site LINKS INTERESSANTES
FONTE GI
Veja a relação dos postos fixos que vão funcionar dia 26

A distribuição e a aplicação das doses envolverão, em todo o estado, 28 mil profissionais, 2,7 mil carros e sete barcos. A campanha inclui também a vacinação dos idosos internados em cerca de 1.520 asilos e estabelecimentos de repouso instalados em todo território paulista.

No período da campanha de imunização, a secretaria oferecerá à população, além da vacina contra o vírus influenza, as vacinas duplas adulto (contra tétano e difteria) e a que previne o pneumococo, bactéria causadora de pneumonia, otite, sinusite, faringite e meningite.

Os postos funcionarão das 8h às 17h.

vacinação da GRIPE 2008


Campanha quer vacinar mais de 14 milhões de idosos contra a gripe
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da Agência Brasil

Idosos de todo o país devem procurar os postos de saúde para tomar a vacina contra a gripe entre os dias 26 de abril e 9 de maio. A expectativa do Ministério da Saúde é que na 10ª edição da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso sejam imunizadas mais de 14 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.

O número corresponde a 80% dessa faixa da população. Nos anos anteriores, a meta era chegar a 70% dos idosos. De acordo com a coordenadora nacional de Imunização do ministério, Marília Bulhões, o aumento na meta se deve à adesão da população idosa à campanha.

"A campanha já representou um impacto de diminuição em 32% dos casos de hospitalização e 50% dos casos de mortes por infecções respiratórias", detalhou a coordenadora, na coletiva de apresentação da campanha, em Brasília. Ela disse ainda não ter números absolutos da economia gerada pela redução, mas afirmou que, "certamente, o custo-benefício é bastante assegurado".

No ano passado, segundo Marília Bulhões, o Estado que teve a menor adesão à campanha foi o Rio Grande do Sul. Por causa do frio, muitos idosos não tiveram como sair de casa para tomar a vacina. Ao final da campanha, 80% dos idosos no Estado haviam sido vacinados, em média. Segundo a coordenadora, em alguns municípios gaúchos, a cobertura foi interior a 70%, o que significa que é preciso reforçar a divulgação da importância da vacinação.

"Por isso, a campanha é esclarecedora não só para eles mas para os familiares, que devem se dispor a ajudar. Temos que deixar claro que a vacina é anual, a do ano passado não vale para este [ano] porque ela é produzida de acordo com os vírus circulantes no país no último ano", ressaltou a coordenadora, acrescentando que ainda "falta uma pesquisa qualitativa para identificar os motivos da pouca procura".

Quem está com dengue pode tomar a vacina, a não ser que a doença esteja no estágio mais agudo. Só não devem se imunizar aqueles idosos que têm casos comprovados de alergia a ovo, uma vez que a vacina é produzida no embrião da galinha.

Motivação, atitudes e lei da atração


Recentemente, fomos tomados por uma nova onda chamada “A Lei da Atração”. Assim como aconteceu com a “Inteligência Emocional”, esta nova onda já vem trazendo em sua crista profissionais e consultores “preparados” para traduzir em atitudes tudo aquilo que as pessoas precisam saber como enriquecer, como conseguir a casa dos sonhos, como conquistar a pessoa amada (até aquelas que as cartomantes não conseguiram atrair). Enfim, uma infinidade de aplicações sensacionais e sensacionalistas.
A lei da atração funciona. Mas, não porque estou afirmando. Muito menos porque seus autores atestam sua efetividade. Simplesmente porque o universo é regido por leis naturais e uma delas é exatamente a lei da atração. O fato é que algumas pessoas souberam traduzir isso tudo em uma linguagem acessível e relativamente prática. Daí, temos mais um best-seller: “O Segredo”, de Rhonda Byrne.

O verdadeiro segredo está dentro de nós. Sempre esteve e sempre estará. A questão é que o ser humano, em geral, é tão preguiçoso em olhar para si mesmo que precisa de fórmulas mágicas para atingir o sucesso pessoal. Sempre foi assim. A história da humanidade está repleta de fatos que reforçam esta minha afirmação. Os povos mais primitivos até as atuais sociedades capitalistas sempre precisaram de um pajé, um curandeiro, um padre, um pastor, ou alguém que estivesse “conectado com o divino”. É algo como: “deixa comigo que eu resolvo seus problemas!”; mas, na maioria das vezes, os problemas só podem ser resolvidos pela própria pessoa, e aí vem a frustração, o desencanto, o descontentamento.

Olhar para dentro de si mesmo dá trabalho. Por isso, é mais fácil delegar esta tarefa a quem de direito. Conta uma lenda que quando Deus criou o mundo, precisava colocar a felicidade em algum lugar. Não poderia ser em qualquer local, mas um, onde o ser humano precisasse de algum esforço para conquistar. Afinal, a felicidade engloba a realização pessoal, o amor, a fraternidade etc. Pensou, pensou... e veio a grande idéia: Deus colocou a felicidade dentro do próprio ser humano. Assim, quando a pessoa olhasse para dentro de si, ela encontraria a felicidade. O que ocorre é que muitas pessoas procuram a felicidade fora, no outro, na empresa, no salário, na casa, enfim, em tudo que está fora dele. Como não encontra, fica com raiva, decepcionado, improdutivo, com inveja daqueles que a encontraram.

Tudo isso tem a ver com a motivação. A motivação é encontrar dentro de nós aquilo que nos trará a felicidade. Quando olhamos para dentro de nós e procuramos os motivos para sermos felizes, estamos construindo uma força capaz de atrair tudo que desejamos. Sejam coisas boas ou ruins. Todos nós somos dotados de uma força interna capaz de realizar nossos sonhos e desejos, desde que eles estejam diretamente aliados às atitudes. De nada adianta ficar somente orando, se não houver ação. Mais do que isso, é preciso que minhas ações estejam alinhadas com minha área de controle, ou seja, onde exatamente eu posso agir.

Há pessoas que passam a vida inteira reclamando dos outros, da vida, da falta de sorte, das oportunidades que são oferecidas somente aos outros. Apenas observam e sentem que o mundo só favorece aos outros. São vítimas do sistema.
Para fazer alguma diferença na própria vida, o primeiro passo é saber o que se quer, seja um bem material, um relacionamento afetivo ou social, o reconhecimento e a fama, a realização profissional etc. Listar todos estes desejos ou necessidades é uma maneira prática de colocar em planos de ações os pensamentos.

É preciso pensar, mas também, planejar e depois agir. Algo como encontrar seus motivos de sucesso, servir como um imã para atrair estes motivos (estar receptivo para que estes motivos aconteçam) e praticar a atitude positiva de realização destes motivos.

A fórmula é simples, mas sua execução depende de mudar velhas crenças e hábitos. Você está preparado(a) para isso? Como escreve Michael J. Losier, no livro “A Lei da Atração”: peça, acredite e receba. Eu complemento: olhe para si mesmo, acredite em seus sonhos e ponha em prática tudo aquilo que você acredita. Não tem mágica, muito menos sensacionalismo, apenas motivação, atitudes e o correto uso da lei da atração. Sucesso!


Rogerio Martins
Psicólogo, consultor e diretor da Persona Consultoria & Eventos.

fonte site:www.rh.com.br

terça-feira, 22 de abril de 2008

A Falta de Amor e Respeito nas Famílias


O abandono de bebês tem sido notícia recorrente na mídia nacional nos últimos meses. Geralmente são recém-nascidos, abandonados no lixo, em via pública, em pátios e terrrenos baldios, envolvidos em algum trapo.

Rio de Janeiro, 21 de março de 2007

O abandono de bebês tem sido notícia recorrente na mídia nacional nos últimos meses. Geralmente são recém-nascidos, abandonados no lixo, em via pública, em pátios e terrrenos baldios, envolvidos em algum trapo, colocados dentro de sacos plásticos e até mesmo um jogado na Lagoa da Pampulha em Minas Gerais e encontrado boiando e salvo por alguém que passava. Alguns são abandonados mortos. Outros são fetos ainda. A história de cada mãe que abandona seu bebê, que o rejeita e o expõe ao risco de morrer, ainda está para ser descrita. Não há dúvida, contudo que esses abandonos têm uma história, talvez diferentes, mas com pontos em comum: são mães que não querem seus filhos. Mas porque estas mães impõem aos seus bebês o risco de morrer? São eles apenas testemunhas inocentes silenciosas de um ato que não podemos aceitar - a rejeição. Mas precisam morrer? Seguramente existem muitas pessoas que amariam essas crianças. Que poderiam dar a elas carinho, afeto, aconchego e proporcionando assim a essas crianças um bom patrimônio afetivo para toda a vida. Mas se existem pessoas que não querem seus filhos, que preferem abandoná-los em situação de alto risco, em qualquer lugar, e se existem pessoas que querem essas crianças por que isso não acontece?


Há pouco tempo, estive, eu pediatra, em um programa da TVE, entre um desembargador e dois advogados de família, debatendo com os mediadores o abandono de bebês. Levantei a seguinte questão: por que essas mães não abandonam seus filhos na porta dos Juizados de Infância e da Juventude? Têm medo? De quê? De serem acusadas? De serem presas? Argumentei que caberia de imediato ao Juizado, acolher essas crianças e encaminhá-las para o atendimento à longa fila de pais que pretendem adotar. Mas as mães que rejeitam seus filhos preferem abandoná-los na via pública. Tem que haver uma razão. Pois no referido programa fui acusado de incentivar o abandono de bebês e querer ressuscitar a muito antiga e abandonada "roda dos expostos". Agora chega-nos a notícia de que a Itália, o ministro para assuntos da família quer que cada hospital do país tenha uma visão moderna da "roda dos enjeitados" A sala preparada para abandonos possui sensores eletrônicos, que detectam a presença da criança e ativam um alarme em 40 segundos. Alguns hospitais já têm cartazes com os dizeres "não abandone sua criança, deixe-a conosco". Imaginemos quantas vidas serão salvas e quantas crianças escaparão de crescer sem serem desejadas. Talvez seja a hora de os nosso Juizados da Infância pensarem no que podem fazer para que as mães decidam, sem medo e no anonimato, não abandonarem seus filhos nas ruas ou até matá-los, mas os deixarem com quem pode deles cuidar.

Lauro Monteiro
Editor
fonte site:www.observatoriodainfancia.com.br

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Mesmo que não sejam portadores do vírus, eles podem transportá-los pelas patas ou pelo. Ainda que não existam informações conclusivas so...