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terça-feira, 14 de julho de 2009

Campanha nacional quer reduzir o uso de sacolas no varejo


O Ministério do Meio Ambiente lançou, no dia 23 de junho, uma campanha nacional de incentivo à redução do uso de sacolas plásticas no varejo. O slogan é sugestivo: “Saco é um saco. Para nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro”.

De saída a ação ganhou um apoio de peso, com a adesão da rede de supermercados Wal-Mart. “Com esta campanha esperamos alcançar nossa meta que é reduzir em 50% o uso de sacolas plásticas em nossas lojas no Brasil”, afirmou o presidente da rede, Héctor Nunes.

A campanha pretende conscientizar o cidadão a recusar as sacolas plásticas sempre que possível, estimulando a adoção de alternativas para o transporte das compras e acondicionamento do lixo. “Vamos reduzir o consumo de sacolas, reutilizá-las e recusá-las sempre que possível e fazer com que, brevemente, sejam como as latinhas de alumínio, permitindo que a indústria do plástico possa fechar o circuito, seja com geração de energia, de outro plástico ou de compactos para construção”, enfatizou o ministro Carlos Minc.

Para sensibilizar a sociedade, dois vídeos de trinta segundos foram produzidos para a campanha. Em um deles, com o discurso descontraído e bem-humorado, o garoto-propaganda - o fundador do grupo AfroReggae, José Júnior - estimula o cidadão a recusar, reduzir e reutilizar os sacos plásticos. Peças impressas também foram produzidas, assim como um blog (www.mma.gov.br/sacolasplasticas) com dicas de consumo consciente.

No lixo
O Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas por ano e aproximadamente 500 bilhões delas estão jogadas na natureza, entupindo rios, lagos, bueiros, poluindo o mar, matando peixes, tartarugas e outros animais. O plástico pode levar até 400 anos para se decompor.

www.sacolas-ecologicas.blogspot.com

domingo, 15 de março de 2009

País produz 18 bilhões de sacolas plásticas

De cada 10 unidades, 8 vão para aterros; pouco estudada, tecnologia alternativa divide opinião

Ana Bizzotto
O Brasil produziu cerca de 18 bilhões de sacolas plásticas em 2007, a maioria fabricada com polietileno - produto derivado do petróleo que demora aproximadamente 500 anos para se decompor. Mais de 1 bilhão de sacolas são distribuídas todo mês pelos supermercados; 80% delas viram sacos de lixo doméstico e vão parar em aterros sanitários. Para tentar minimizar esse impacto, têm surgido no mercado campanhas com o objetivo de reduzir o uso das sacolas de plástico ou substituí-las por material oxibiodegradável, biodegradável e até retornável.

Não há, no entanto, consenso entre especialistas e pesquisadores sobre qual seria a melhor solução, seja por falta de estudos científicos conclusivos ou pela concorrência da indústria plástica, que, só em 2007, movimentou US$ 18,7 bilhões.

Apresentadas como "totalmente degradáveis" pelos fabricantes, as sacolas oxibiodegradáveis, por exemplo, dividem opiniões sobre as possíveis consequências de seu descarte. Feitas com a mesma matéria-prima das plásticas, elas recebem um aditivo pró-oxidante com sais metálicos, que acelera a degradação. Segundo a RES Brasil, distribuidora de um dos aditivos (o d2w) no País, a degradação ocorre em 18 meses. Há especialistas que contestam o benefício, alegando que os aditivos também poluem. "A realidade é que as sacolas plásticas quase nunca são recicladas devido ao seu baixo valor agregado", afirma o presidente da RES Brasil, Eduardo Van Roost.

Representante da cadeia produtiva do setor plástico, a Plastivida critica o uso dos oxibiodegradáveis. "Mesmo os biodegradáveis precisam ser coletados e ter condições adequadas para se decompor", diz o presidente da entidade, Francisco de Assis Esmeraldo, que defende a reciclagem. "Um quilo de plástico equivale a um litro de diesel. Esse potencial não deveria ser desperdiçado."

Em estudo publicado no mês passado na revista Polymer Engineering and Science, o professor Guilhermino Fechine, do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Mackenzie, contesta a tese de degradação completa dos plásticos com aditivo. Ele comparou amostras de polipropileno, uma delas com pró-oxidante, com o plástico biodegradável. As amostras foram submetidas à radiação ultravioleta por 480 horas e, depois, enterradas no solo por 56 dias. Segundo Fechine, o oxibiodegradável se fragmentou, mas não totalmente. Em contrapartida, o engenheiro químico Telmo Ojeda testou os oxibiodegradáveis e obteve resultado favorável ao material. Ojeda usou critérios diferentes dos de Fechine, inclusive com exposição natural do produto por 12 meses. Para a especialista Lucia Mei, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o tema requer mais pesquisa. "Recomendaria mais estudos para termos estatísticas sobre sua decomposição final na natureza."

Produzidas com derivados do amido ou da cana-de-açúcar, as sacolas biodegradáveis demoram, em média, um ano para se decompor totalmente na natureza, mas ainda não são fabricadas em escala comercial no Brasil. "As propriedades mecânicas desses polímeros e o custo dificultam a produção do plástico filme, usado para fazer esse tipo de sacola", diz o professor Antônio Aprígio, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos.

Outra opção verde é o polietileno à base de cana, já produzido no País. Ele não é biodegradável e também custa mais caro, mas sua fonte é renovável. O diretor do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Helio Mattar, considera as sacolas retornáveis - de pano ou plástico mais resistente - como a melhor solução para substituir as de plástico. "Com sacolas duráveis, o consumidor contribui para diminuir o lixo e evita que se gaste energia e recursos naturais na produção de sacolas descartáveis", diz.

O brasileiro consome cerca de 66 sacolas plásticas por mês. Nessa estatística entram pessoas como a motorista Antônia Emydio de Souza, que saiu de um supermercado da zona oeste de São Paulo com o carrinho cheio de sacolinhas. "Foi o que me ofereceram. Sou contra essa embalagem, mas temos esse comodismo." O funcionário público Jair Martins, que fez compras no mesmo local, utilizou sacolas de papelão. "É a primeira vez que me oferecem essas sacolas. O ideal é que fossem oferecidas sempre, mas certamente isso se refletiria no preço."



18 bilhões
de sacolas plásticas foram produzidas no Brasil em 2007

66 por mês
é a média de consumo do brasileiro desse tipo de sacola

500 anos
é o tempo médio previsto para a decomposição de uma sacola plástica

fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090227/not_imp330554,0.php


http://sacolas-ecologicas.blogspot.com

sábado, 14 de março de 2009

Campanha eu Não sou de plástico uma iniciativa que dá certo sempre!


No mundo todo já está em curso um movimento para diminuir ou mesmo erradicar o uso de sacolas plásticas. Na Alemanha e na Irlanda é preciso pagar para usar sacolas plásticas disponibilizadas nos estabelecimentos. Os habitantes usam cestas, mochilas ou sacolas não descartáveis para carregar suas compras. A cidade de São Francisco, na Califórnia, aprovou uma lei que proíbe grandes supermercados de distribuir sacos plásticos derivados de petróleo. Outras cidades americanas, como Boston, Baltimore, Portland e Santa Mônica trabalham em projetos de lei semelhantes e cidades já estão se mobilizando também. Em Nova York, em julho deste ano, quatro estabelecimentos da rede de lojas de produtos orgânicos, Whole Foods, em Manhattan, colocaram à venda 20 mil sacolas ecológicas com a inscrição "Não sou uma sacola de plástico". Centenas de pessoas fizeram filas para comprar a sacola, que se esgotou em poucos minutos.

Na Irlanda, desde 1997 se paga imposto de nove pennies por cada sacola. Como resultado da medida, os irlandeses passaram a ir às compras com sacolas próprias e mochilas. Estratégias semelhantes foram  empregadas na África do Sul, Bangladesh, Austrália, Xangai e Taiwan. Em Macau foi promovida a campanha "Estime o nosso Planeta – use sacos ecológicos para ir às compras", organizada pelo Conselho de Meio Ambiente com colaboração de entidades como supermercados e livrarias, que entregava aos cidadãos que fizessem compras nas lojas conveniadas sem uso de sacos plásticos cupons para sorteio de prêmios.
 
O Japão está tentando reduzir também o uso de sacolas com uma lei aprovada pelo Parlamento em junho do ano passado, que permite ao governo advertir comerciantes que não adotarem medidas para reduzir, reutilizar e reciclar o plástico.
 
No Brasil, diversos Estados do país também já se mobilizam, seja através de projetos de lei ou de campanhas de sensibilização, para minimizar o uso de sacolas plásticas. O Governo Estadual do Paraná, por exemplo, promove parcerias com donos de redes de supermercados para  incentivar o  uso de sacolas biodegradáveis. Também tramitam na Assembléia Legislativa do Estado projetos de lei a respeito.  
 
O Rio de Janeiro também estuda projeto de lei que proíbe a distribuição e torna obrigatória a substituição  gradual das sacolas plásticas por material biodegradável.  A Secretaria enviará à Comissão Estadual de Controle Ambiental (Ceca) um pedido de multa contra cerca de 400 empresas que estão desrespeitando lei estadual de 2000 que obriga quem produz ou vende plástico a recomprar 25% do material e apoiar cooperativas de catadores que fazem coleta e reciclagem.
 
Na cidade de Belo Horizonte, um projeto de lei tramita na Câmara Municipal com a proposta de substituir o uso de sacos de lixo e sacolas plásticas  por sacolas retornáveis, de papel ou material biodegradável,  em empresas privadas com atuação na cidade. Em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi aprovado este mês pelos vereadores projeto de lei que obrigará os estabelecimentos comerciais a usarem embalagens biodegradáveis.  
 

Confira mais lugares, no Brasil e no Mundo, que já aderiram às sacolas:

Lajeado, Rio Grande do Sul (Brasil);
Maringá, Paraná (Brasil);
Panambi, Rio Grande do Sul (Brasil);
Viena, Áustria;
Grã-Bretanha
http://ww2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/naosoudeplastico/


"Diante dos problemas que hoje nos são colocados pela questão da sustentabilidade, não cabe outra ação que não a mudança. É preciso mudar os objetivos, é preciso mudar a postura, a forma de pensar e principalmente os hábitos.

A solução dos problemas ecológicos e sociais que nos afligem hoje não pode mais ser postergada para amanhã. A transformação deve ocorrer agora! Não haverá uma saída pontual imposta pelo governo ou aplicada por uma grande empresa, a solução depende de uma articulação imediata de toda a sociedade. Somos todos parte do problema e parte da solução.

No momento em que os consumidores estiverem cientes da força de seus hábitos, estaremos dando um primeiro passo conjunto na resolução do problema. Pequenas mudanças em um grande número de pessoas são mais eficientes e conduzem a uma reação de transformações em toda a cadeia de produção e consumo.

Não podemos pensar mais nos produtos apenas como objetos de desejo ou elementos de nossa própria comunicação, sua função deve ser eficiente, seu material deve ser adequado e sua produção deve mudar de forma positiva as pessoas envolvidas.

E justamente baseados nesses critérios, a cenografia e o material de promoção da campanha "Eu NÃO sou de plástico" foram desenvolvidos, utilizando material de baixo impacto ambiental, incluindo pessoas e buscando MUDANÇA nos hábitos de todos nós consumidores.
"http://ww2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/naosoudeplastico/

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Sacola Literária -sacola ecologica em trabalhos escolares


Projetos como "Sacola Literária" estimulam leitura em família
Educadores de todo o país, como Reginaldo Rodrigues da Silva, de Joinville, (SC) e Rossânia Estela, de Brasília (DF), usam a "Sacola da Leitura" ou "Sacola Literária" para estimular o hábito da leitura entre os alunos e as famílias.


Alunos da Escola Municipal Professor Sylvio Sniecikovski, em Joinville (SC), com suas sacolas da leitura, prontos para viajar nas asas da imaginação!
Cristiane Parente

Um trabalha em Joinville. A outra em Brasília. Os dois, pórém, assim como muitos educadores brasileiros apostam na sacola para estimular a leitura entre seus alunos.

Mas não é uma sacola comum, a começar do esmero com a qual é carinhosamente decorada com bonecos, bichinhos, plantas e figuras. Pode ser pintada, feita com EVA ou retalhos de pano, não importa, porque para além da beleza que ela ostenta por fora a surpresa que ela tem por dentro é que mexe com a curiosidade dos alunos.

Rossânia Estela, professora do Centro Educacional Dinâmico (DF), coloca vários livros na "Sacola Literária". E eles passam alguns dias com um de seus alunos que é sorteado entre a turma. Junto com os livros vai uma espécie de diário ou registro para os pais colocarem como foram aqueles dias de convivência com os livros, a contação de histórias...

O supervisor da Escola Municipal Professor Sylvio Sniecikovski (SC), Reginaldo Rodrigues da Silva, manda um livro em cada "Sacola da Leitura" e o aluno tem que devolver no dia seguinte para outro colega levar pra casa e compartilhar a leitura com os pais e os irmãos. Assim como a colega Estela, Reginaldo também envia um caderninho de registro, onde os pais registram a experiência da chegada da sacola em casa. Em algumas das sacolas vão até personagens do livro para o aluno brincar, se divertir e viajar com sua imaginação.

No mês de Agosto Reginaldo aproveitou para lançar a "Sacola do Folclore", totalmente personalizada, duas sacolas de gibis e uma sacola de poemas e poesias, tudo para incentivar os alunos a lerem.

Estela, por sua vez, além das sacolas, sai por entre os alunos de avental no corpo com personagens escondidos em bolsos, contando histórias para as crianças, para despertar a curiosidade para os livros, afinal, é de lá que saem aventuras, risadas, sustos, lobos, ovelhas, fadas, plantas que falam e mais um monte de criaturas que só as crianças e os adultos que acreditam na leitura conseguem enxergar.

E tem mais! Na sacola da Estela vai jornal também, afinal, as crianças precisam saber o que acontece por aí. Então, elas lêem poesia, crônica e notícia boa! Rossânia Estela, inclusive, é uma das finalistas do Prêmio Viva Leitura de 2008.
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Projetos como "Sacola Literária" estimulam leitura em família
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sábado, 28 de fevereiro de 2009

SACOLA DE COMPRAS DE SUPERMERCADO




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Sacolas de supermercado

Está aqui uma coisa legal que depende apenas de atitude: abandonar, de uma vez por todas, as sacolas plásticas de supermercado. Elas infestam os rios, os lixos, as ruas, matam vacas e tartarugas sufocadas e geram uma quantidade imensa de plástico inútil.
Alguns estados estão criando leis para substituir as sacolinhas por outras de material biodegradável, mas é uma ação emergencial. O ideal seria se, como já acontece em vários outros países, nós simplesmente abandonássemos esse hábito.

Reuni algumas soluções e abaixo está uma lista passo-a-passo de como perder esse vício. Veja também, no final do texto, uma pesquisa que fiz para saber como os maiores supermercados de São Paulo lidam - ou não lidam - com esse problema.

COMO ABANDONAR A SACOLINHA

1. Mãos são feitas para carregar: Quando a compra é pequena, dá pra levar na mão. É um absurdo aceitar sacolinhas de locadoras e farmácias.

2. Sem vergonha de ser feliz: Muita gente coloca a compra na sacolinha porque sente vergonha de sair mostrando por aí o que comprou. Chega disso. A humanidade inteira usa papel higiênico, camisinha e absorvente.


3. Leve a sua própria: Você se lembra de quando seu avô ia para a feira com aquela sacola xadrez e voltava com toda a compra sem nenhuma sacolinha plástica? Pois está na hora de fazer isso também no supermercado. Se a velha bolsa de náilon é feia, use uma de lona, uma mochila, invente.

4. Diga "não" ao caixa: Em muitos lugares, o caixa já vai enfiando toda a compra dentro da sacolinha. Não aceite, e enfatize que você está tendo uma atitude ambientalmente responsável: "Muito obrigado, mas eu não uso sacolas. É para poluir um pouco menos o mundo.".

5. Caixas plásticas ou de papelão: Se a compra é muito grande e você está de carro, leve caixas plásticas ou peça no próprio supermercado caixas de papelão.

6. Carrinhos de compra no condomínio: Se no seu não tiver, dê essa sugestão ao síndico. É baratinho, e permite que as pessoas levem sua compra sem depender de sacolas. Os carrinhos também evitam duas viagens de elevador.

Pesquisa nos supermercados

Eles são os que mais deveriam se preocupar com o problema, mas descobri que a maioria dos supermercados não está nem aí. Além de estimularem o uso das sacolinhas, não têm - ou cobram o olho da cara - por sacolas alternativas.

Apenas o Dia % e o Pão de Açúcar dão alguma atenção especial ao assunto, mas ainda assim é longe do ideal. Veja só:

Supermercado Sacolinhas gratuitas Sacolas alternativas
Dia % Oferece em algumas lojas Nas lojas em que não há sacolinhas comuns, vende por R$ 0,05 uma sacola de plástico grande, de boa resistência. A maioria dos clientes não usa, e leva as compras na mão ou em sacolas próprias.
Pão de Açúcar Oferece Em campanha pela diminuição do uso das sacolinhas, vende uma sacola de TNT por R$ 3,99, que não é muito resistente. Não vi nenhum cliente comprando ou utilizando.
Wal Mart Oferece Vende sacola de feira por R$ 11,90, mas o puxador da sacola é de uma corda de plástico que machuca a mão.
Extra Oferece Vende a mesma sacola do Wal Mart por R$ 10,98. Tem uma segunda opção, que machuca menos a mão, por R$ 19,88.
Carrefour Oferece Não oferece alternativa.
Compre Bem Oferece Não oferece alternativa.

Lojas visitadas: Dia % Av. Alfonso Bovero e Av. Eiras Garcia; Pão de Açúcar Av. Alfonso Bovero e Praça Panamericana; Wal Mart de Osasco; Extra Av. Escola Politécnica; Carrefour Shopping Eldorado e Av. Queirós Filho; Compre Bem Praça Panamericana.

É bom lembrar que o Dia % pertence ao grupo Carrefour, enquanto Extra e Compre Bem pertencem ao grupo Pão de Açúcar. Ou seja, o mesmo grupo trata o meio ambiente de forma diferente em cada rede de supermercados
fonte:
http://www.atitudeverde.com.br/exibe.php?id=1142#comentar

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sacola Ecológica do Projeto à Venda



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