sábado, 14 de março de 2009

Sacola Literária -sacola ecologica em trabalhos escolares


Projetos como "Sacola Literária" estimulam leitura em família
Educadores de todo o país, como Reginaldo Rodrigues da Silva, de Joinville, (SC) e Rossânia Estela, de Brasília (DF), usam a "Sacola da Leitura" ou "Sacola Literária" para estimular o hábito da leitura entre os alunos e as famílias.


Alunos da Escola Municipal Professor Sylvio Sniecikovski, em Joinville (SC), com suas sacolas da leitura, prontos para viajar nas asas da imaginação!
Cristiane Parente

Um trabalha em Joinville. A outra em Brasília. Os dois, pórém, assim como muitos educadores brasileiros apostam na sacola para estimular a leitura entre seus alunos.

Mas não é uma sacola comum, a começar do esmero com a qual é carinhosamente decorada com bonecos, bichinhos, plantas e figuras. Pode ser pintada, feita com EVA ou retalhos de pano, não importa, porque para além da beleza que ela ostenta por fora a surpresa que ela tem por dentro é que mexe com a curiosidade dos alunos.

Rossânia Estela, professora do Centro Educacional Dinâmico (DF), coloca vários livros na "Sacola Literária". E eles passam alguns dias com um de seus alunos que é sorteado entre a turma. Junto com os livros vai uma espécie de diário ou registro para os pais colocarem como foram aqueles dias de convivência com os livros, a contação de histórias...

O supervisor da Escola Municipal Professor Sylvio Sniecikovski (SC), Reginaldo Rodrigues da Silva, manda um livro em cada "Sacola da Leitura" e o aluno tem que devolver no dia seguinte para outro colega levar pra casa e compartilhar a leitura com os pais e os irmãos. Assim como a colega Estela, Reginaldo também envia um caderninho de registro, onde os pais registram a experiência da chegada da sacola em casa. Em algumas das sacolas vão até personagens do livro para o aluno brincar, se divertir e viajar com sua imaginação.

No mês de Agosto Reginaldo aproveitou para lançar a "Sacola do Folclore", totalmente personalizada, duas sacolas de gibis e uma sacola de poemas e poesias, tudo para incentivar os alunos a lerem.

Estela, por sua vez, além das sacolas, sai por entre os alunos de avental no corpo com personagens escondidos em bolsos, contando histórias para as crianças, para despertar a curiosidade para os livros, afinal, é de lá que saem aventuras, risadas, sustos, lobos, ovelhas, fadas, plantas que falam e mais um monte de criaturas que só as crianças e os adultos que acreditam na leitura conseguem enxergar.

E tem mais! Na sacola da Estela vai jornal também, afinal, as crianças precisam saber o que acontece por aí. Então, elas lêem poesia, crônica e notícia boa! Rossânia Estela, inclusive, é uma das finalistas do Prêmio Viva Leitura de 2008.
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quinta-feira, 5 de março de 2009

Paulistas se manifestam sobre questões ambientais na Bacia do Guapiranga

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Uma pesquisa realizada em fevereiro pela Secretaria do Meio Ambiente – SMA, por intermédio do Projeto Ambiental Estratégico Mananciais levantou a situação da bacia do Guarapiranga. Foram entrevistados 900 moradores do entorno da represa com objetivo de identificar a percepção da comunidade em relação ao meio ambiente no local.

Os resultados serão avaliados para verificar se os programas desenvolvidos pela secretaria na região estão alcançando as metas esperadas. Será realizado um recorte socioeconômico, de acordo com informações da secretaria, tornando possível traçar uma estratégia de monitoramento das ações ambientais feitas junto à população

A represa, que foi contruída em 1906, abrange os municípios de Itapecerica da Serra, de Cotia, de São Lourenço da Serra, de Embu, de Embu-Guaçu, de Juquitiba e de São Paulo. Cerca de 1 milhão de pessoas moram no seu entorno e mais de 4 milhões de habitantes dessas cidades são abastecidos pela represa.

A área vem sendo ocupada desordenadamente desde a década de 20. Nas décadas de 50 e 60 foram construídos clubes de lazer e nos anos 70 a ocupação se intensificou. Desde 1990 o estado desenvolve programas socioambientais com a finalidade de recuperar a região.

* Com informações da SMA
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=44084

terça-feira, 3 de março de 2009

A importância da gestão de pessoas para desenvolver uma cultura sustentável

A forte demanda por sustentabilidade exige um novo olhar sobre todo o ciclo que envolve os processos produtivos, criando novos paradigmas, capazes de gerar qualidade de vida para a sociedade como um todo, sem comprometer definitivamente o futuro de nossos recursos naturais.

Não é possível continuarmos considerando este ciclo de extração e consumo, como um processo linear, pois nossos recursos são finitos e, portanto, é necessário e urgente haver uma reavaliação sobre a forma de extrair, utilizar e se desfazer dos bens de consumo.

A questão da sustentabilidade é diretamente relacionada a custos. Pensar sistemicamente no impacto econômico, social e ambiental das ações individuais ou coletivas é condição indispensável para se “pagar as contas” de nossa condição de cidadãos que necessitam viver numa sociedade viável.

O cenário mundial e nacional caminham para uma situação onde o alto custo de produtos e serviços, energia e água, será insustentável para todos, mesmo para aqueles que, desavisadamente, consideram-se imunes a estes problemas.

Além disso, a condição de sustentabilidade é exigência para profissionais e empresas que desejam manter-se competitivos no mercado.

“A construção civil, em termos mundiais, consome cerca de 40% da energia, explora aproximadamente 40% dos recursos naturais e produz por volta de 40% dos resíduos. Com esses dados, é lógico que o nosso setor é o mais visado, sendo centro de atenções das políticas públicas e alvo de críticas. Mesmo no nosso país, na recente divulgação das empresas mais poluidoras do Estado, estavam inclusas produtoras de insumos para a construção.
Por essa razão, a incorporação de conceitos de construção sustentável no dia-a-dia das empresas e a adoção de medidas preventivas para evitar problemas ambientais que possam se reverter em críticas para a própria indústria são praticadas cada vez mais em todos os países.
Preocupações como as de emissão de carbono, redução de resíduos, eficiência energética, saúde ocupacional dos funcionários e bom relacionamento com a vizinhança, sempre apoiadas em inovações, são consideradas como as centrais para a manutenção da competitividade da indústria e a sua sobrevivência no século XXI.”

Site Sinduscon (Vahan Agopyan Professor da Poli-USP e coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria do Desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo)

Porém, só será possível atingir esta consistente mudança de cultura a partir do trabalho amplo de mudança de atitudes, pautada no desenvolvimento de novas competências compatíveis com a demanda sustentável, conscientização e assimilação de valores essenciais, éticos e sócioambientais.

Como podemos comprovar, na cadeia produtiva da construção civil, este contexto torna-se ainda mais expressivo pelo grande impacto que este setor promove sobre o meio ambiente.

Para tal, a educação, a capacitação e todos os meios que visem o desenvolvimento das pessoas na direção destes objetivos, tornam-se ferramentas de maior importância dentro do contexto de transformação individual e coletiva.

Se pensarmos única e exclusivamente em mudar processos e não priorizarmos as pessoas como os principais agentes destas mudanças, estaremos fadados ao fracasso.

Portanto, voltamos a salientar a importância da gestão integrada, da visão sistêmica e do desenvolvimento do conhecimento específico sobre questões ambientais. Essas são competências essenciais a serem desenvolvidas em diversos níveis da sociedade assim como nos profissionais envolvidos na cadeia produtiva da construção civil.

Algumas ações são prioritárias e estratégicas e devem ser inseridas em programas de curto, médio e longo prazo:

• Promover conhecimento sobre os impactos ambientais da construção civil instrumentalizando os profissionais para uma visão crítica dentro das normas e legislações locais;
• Identificar soluções para minimizar os impactos ambientais da construção, visando maior eficiência e motivação no desempenho das equipes envolvidas em cada etapa da construção;
• Formar líderes para a condução eficiente de equipes visando a solução de problemas relacionados à sustentabilidade e responsabilidade social.
• Aumentar a criticidade, visão sistêmica e raciocínio estratégico para tomadas de decisões (urgentes e programadas) implícitas ao gerenciamento ambiental nas construções.
• Promover boas práticas que garantam um ambiente saudável e produtivo favorável ao crescimento humano e profissional.
• Levar o grupo a refletir sobre a realidade que o cerca, para perceber quais as exigências em relação ao seu papel na sociedade e na empresa em que atua.

Nenhum processo de mudança é simples e rápido, mas o correto planejamento de objetivos pautado em princípios sustentáveis e diversos setores da sociedade devem trabalhar de forma integrada para que as soluções não se restrinjam a promover melhorias de curto prazo.

A Anab Brasil promove, por meio do estímulo e difusão do conhecimento e boas práticas na construção sustentável, o desenvolvimento de profissionais e organizações, visando a melhoria contínua de processos e a mudança de atitude frente às questões ambientais.


Cristina Maria G. Whyte Gailey
Psicóloga (PUC), especialista em Educação Ambiental (USP), coordenadora de qualidade do núcleo de Educação da Anab-Brasil

Cristina Gailey


http://www.anabbrasil.org/artigos.asp?id_art=25&action=v_art

Coronavírus e pets: animais de estimação no ambiente doméstico precisam de atenção especial

Mesmo que não sejam portadores do vírus, eles podem transportá-los pelas patas ou pelo. Ainda que não existam informações conclusivas so...